Governo do Distrito Federal
Governo do Distrito Federal
15/11/21 às 11h55 - Atualizado em 19/11/21 às 17h13

Lua Nzinga

COMPARTILHAR

Texto e edição: Mônica Pedroso (Ascom/Secec)

20.11.21

08:00:00

 

A grafiteira Luana Pereira Silva trabalha a história, a ancestralidade e a luta contra o racismo ao retratar mulheres negras com traços fortes. Em seu nome artístico, Lua Nzinga, carrega a luta anticolonial. Nzinga foi a rainha do reino Matamba.

 

Em 2021, Lua participou do FestPovos na Estrutural; do mutirão de revitalização de paradas de ônibus em Santa Maria e do evento Sub Colors no Guará. Também apresentou uma obra na exposição De Volta à Casa?, promovida pela Rede Nami Afrografiteiras, e esteve no Encontro de Graffiti do DF, na Galeria dos Estados, em Brasília.

 

Em 2020, pintou no Festival A Cultura de Rua Invade, Anápolis (GO) e em 2019 no mutirão Brasília Periferia no P Norte, em Ceilândia, e no Terceiro Encontro de Graffiti do DF, no Setor Comercial Sul (Beco do Rato) da capital.

 

Em 2018, Lua deu aula de grafite para estudantes de escolas públicas em oficina promovida pela Unicef em parceria com a Secretaria de Educação. No mesmo ano esteve em vários eventos: Se Essa Rua Fosse Minha  e Minas no Hip-Hop na Universidade de Brasilia (UnB); Festival Elemento em Movimento (Ceilândia); mutirão Função Sem Exclusão (Santa Maria); Encontro de Graffiti do DF (Sol Nascente) e mutirão Brasilia Periferia (Ceilândia).

 

A moradora de Planaltina também é intérprete de Libras (Língua Brasileira dos Sinais) e milita pela inclusão das pessoas surdas na arte. Foi intérprete em eventos como o Cap Tal Graffiti (2021), a Mostra de Cinema Negro Adelia Sampaio e o projeto Trupe Urbana (2019) que ofertou aulas de arte e graffiti para jovens de Planaltina. A aulas estão disponíveis em plataforma online.

 

 

Lua Nzinga

 

Em 2018 e 2019, ajudou a criar a campanha Por Que Não Amar?, um processo de educomunicação promovido pelo Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos) voltado para jovens e adolescentes do Paranoá e do Itapoã.

 

Neste ano de 2021, foi jurada do concurso da campanha Escola dos Sonhos (Inesc), que tem como objetivo provocar a reflexão em crianças e adolescentes sobre qual é a educação e a escola que queremos para o futuro.

 

Nzinga é coordenadora de acessibilidade do coletivo Poesias Nas Quebradas e, desde 2015, integra o Grupo de Estudos Afrocentrados (Geac), que busca fortalecer pessoas negras na universidade (e fora dela) através de rodas de conversa e atividades que envolvam afeto e acolhimento.

 

 

Assessoria de Comunicação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Ascom/Secec)

E-mail: comunicacao@cultura.df.gov.br