Governo do Distrito Federal
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7/10/21 às 15h00 - Atualizado em 7/10/21 às 15h07

Espaço Cultura Renato Russo (ERCC/508 Sul)

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HISTÓRIA

 

 

Referência em oficinas de diversas artes, o espaço é considerado um dos mais importantes centros de formação da identidade artística do Distrito Federal. Localizado em uma das quadras que – junto com as 107/108, 507 e 707/708 Sul – formam o quadrilátero da primeira Unidade de Vizinhança, prevista no Plano Piloto do arquiteto e urbanista Lúcio Costa, a história do espaço começou em 1974, quando havia apenas galpões que abrigavam a sede da extinta Fundação Cultural do Distrito Federal.

 

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Em janeiro de 1999, passou de Espaço Cultural 508 Sul para Espaço Cultural Renato Russo, fazendo menção a uma das maiores personalidades do nicho artístico e cultural da juventude do Distrito Federal. Além dos diversos ambientes que estrelam espetáculos, oficinas, saraus, workshops, exposições artísticas e muito mais, outro detalhe que o público poderá conferir é a diversidade do acervo bibliográfico em sua Biblioteca de Artes Ethel Dornas, a Musiteca e o epicentro do universo de literatura infantil da cidade, a Gibiteca, com um acervo de 20 mil exemplares do gênero.

 

Gerido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec), o Espaço Cultural Renato Russo surge a partir de galpões da Novacap próximos às instalações da extinta Fundação Cultural no quadrilátero da primeira unidade de vizinhança desenhada por Lúcio Costa – formada pelos edifícios no entorno da W3 a partir da 107/108 Sul, passando pela 308 Sul, W2 e 508 Sul.

 

Essa área foi descrita pelo falecido poeta da cidade TT Catalão como o epicentro dos abalos sísmicos gerados na cidade por atores e atrizes, bailarinas e bailarinos, artistas visuais e da área musical, cineastas, produtores culturais e ex-diretores do complexo, incluindo experimentos do pessoal da graxa em iluminação, sonoplastia e outros ofícios.

 

DIABO INAUGUROU O ESPAÇO

“O Homem que Enganou o Diabo e Ainda Pediu o Troco”, escrita pelo jornalista Luís Gutemberg a partir de um cordel e dirigida por Laís Aderne, inaugurou o Galpão em 1975. João Antônio Esteves de Lima, ator, diretor e professor emérito aposentado da Universidade de Brasília (UnB), que fez o papel do Diabo fala da importância do espaço.

 

“Esse é um momento extremamente importante da cultura de Brasília, que tem efeitos até hoje em todas as áreas, e um monte de gente que viveu essa época de lembranças deliciosas de prazer, conhecimento, troca e comunhão”.

 

  • Galpão das Artes: espaço para aulas e oficinas de artes plásticas/visuais e exposições; quatro baias com pia para desenvolvimento das atividades;
  • Galeria Rubem Valentim: espaço para exposições e eventos de economia criativa; possui iluminação por spots e vitrine expositiva voltada para a via W3 sul;
  • Galeria Parangolé: espaço para exposições e eventos de economia criativa; possui iluminação por spots e vitrine expositiva voltada para a via W3 sul;
  • Praça Central: é uma galeria de livre circulação entre as vias W3 e W2 sul. Abriga exposições, eventos de economia criativa, solenidades, cerimônias e apresentações musicais. Possui estrutura de sonorização móvel e iluminação;
  • Mezanino da Praça Central: Com piso em madeira, pode receber exposições e eventos de economia criativa. Configura um espaço de convivência.
  • Biblioteca de Artes Ethel de Oliveira Dornas, com gibiteca e musiteca. Biblioteca especializada em informação artística com um acervo de aproximadamente 3500 livros sobre arte, e a gibiteca, que é a primeira de Brasília, conta com aproximadamente 20 mil exemplares.
  • Teatro Galpão, a maior sala do Espaço Cultural, conta com uma ampla estrutura física de caráter multifuncional, sistemas de sonorização e iluminação e capacidade para até 400 pessoas; direcionado ao teatro, dança e apresentações musicais, cerimônias e solenidades.
  • Teatro de Bolso: Possui sonorização móvel, 54 lugares, direcionado ao teatro e apresentações musicais além de servir a workshops e cursos de audiovisual;
  • Sala Marco Antônio Guimarães: Cine teatro com capacidade para até 150 lugares mais duas vagas para cadeirantes.
  • Sala Multiuso: Possui sistemas de sonorização e iluminação e piso em madeira, sendo dedicada ao teatro, dança e apresentações musicais; arquibancada para até 98 lugares.

 

SOLICITAÇÂO DE PAUTA

 

  • – Presencialmente, para visitação.
  • – Presencial ou pelo e-mail: 508sul@cultura.df.gov.br, para solicitação de pauta espontânea.

 

HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO

 

terça a sexta das 9hàs 20h, e sábado e domingo das 14h às 22h;

 

  1. Sala Marco Antônio Guimarães : máximo de 45 pessoas;
  2. Sala multiuso: máximo de 50 pessoas;
  3. Praça central: máximo de 50 pessoas;
  4. Mezanino: máximo de 5 pessoas;
  5. Galpão das artes: máximo de 50 pessoas;
  6. Biblioteca e gibiteca: máximo de 10 pessoas;
  7. Sala multiuso (piso superior): máximo de 12 pessoas;
  8. Teatro de bolso: máximo de 25 pessoas;

 

ENDEREÇO

CRS 508 W3 sul bloco A loja 72, CEP: 70351-515 Brasília-DF.

 

INFORMAÇÕES

Gerente: Renato Santos.

Telefone: (61) 3244-0411, 3244-0486 e 3244-5751

E-mail: 508sul@cultura.df.gov.br

Instagram: @espacoculturalrenatorusso

 

 

Assessoria de Comunicação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Ascom/Secec)

E-mail: comunicacao@cultura.df.gov.br