Governo do Distrito Federal
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3/08/21 às 17h13 - Atualizado em 2/12/21 às 14h05

Museu de Arte de Brasília (MAB)

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História

O MAB foi criado em 1985, para expor as obras de arte reunidas pela agora extinta Fundação Cultural do Distrito Federal no decorrer das décadas. O Governo do DF decidiu instalá-lo em um edifício na orla do Lago Paranoá, que já havia tido diferentes finalidades, entre as quais a de sede de uma casa de espetáculos, o “Casarão do Samba”.  Nos anos seguintes, o museu abrigou importantes exposições, salões e cursos e expandiu seu acervo, agitando a vida cultural da cidade.

 

Possivelmente em razão do aproveitamento de um edifício que não havia sido feito para ser um museu, o MAB teve seu funcionamento interrompido total ou parcialmente diversas vezes, para a realização de reparos ou reformas de infraestrutura no prédio. Entre 1998 e 2001, sofreu uma grande intervenção, com a renovação quase total de seu layout. Apesar da escala das obras, os melhoramentos foram pouco eficazes, já que o museu foi novamente fechado em 2007, devido à precariedade de suas instalações.

 

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Após grande reforma e abandono de 14 anos, o MAB reabriu em 2021. As obras expandiram a área construída original e adequaram o prédio a sua finalidade, com instalação de sistema de ar-condicionado em todo o edifício e criação de um laboratório para a restauração das obras de arte, além de outras melhorias, voltadas sobretudo à segurança do acervo e ao recurso a fontes de energia mais ecológicas.

 

O Museu de Arte de Brasília é uma instituição museológica fundada em 1985, cujo acervo abrange as Artes Visuais e o Design dos períodos moderno e contemporâneo no Brasil. As quase 1.500 obras de sua coleção são assinadas pelos nomes mais importantes da produção nacional, como Tarsila do Amaral, Cildo Meireles e Sérgio Rodrigues. O foco de sua atuação é a memória e a história da Arte e do Design do DF.

 

O museu foi reinaugurado em 21 de abril e reabriu suas portas em 28 de maio de 2021.

 

Regras de visitação:

Visitação: de quartas a segundas-feiras, e 10h a 19h. Fechado às terças-feiras.

Capacidade: Primeiro andar (110 pessoas); hall (15).

Observação: uso de máscara, controle de temperatura e espaçamento entre as pessoas; álcool gel disponível

Informações e agendamento de visitas guiadas para grupos: mab@cultura.df.gov.br

 

Em todos os espações museológicos da Secec, a recomendação é para que o visitante não toque na superfície das obras de arte, mesmo aquelas que estão ao ar livre e tenham concepção interativa.

 

Google Arts & Culture: https://artsandculture.google.com/partner/museu-de-arte-de-brasilia

 

Endereço

SHTN, trecho 01, projeto Orla polo 03, Lote 05, CEP: 70800-200 Brasília – DF.

Telefone: 3306-1375

Informações

Gerência do Museu de Arte de Brasília e da Concha Acústica – Marcelo Jorge.

 

Instagram

MAB (@museudeartedebrasilia) • Fotos e vídeos do Instagram

 

Memorial descritivo do projeto expográfico do MAB:

MAB-Memorial-Descritivo

 

Textos da exposição de Obras-Primas

Textos da exposição de Obras-Primas

 

Tradução exposições

Acervo

 

 

O Museu de Arte de Brasília (MAB) tem seu acervo de mais de 1.400 obras de arte contemporânea, a exemplo de gravuras de Tarsila do Amaral.

 

O acervo tem todos os artistas importantes que viveram em Brasília desde os anos de 1960, como Athos Bulcão, Rubem Valentim, Glênio Bianchetti, Douglas Marques de Sá, chegando a Ralph Gehre, Eliezer Sturzm, Elder Rocha, Helena Lopes, Lêda Watson, Miquel Simão, Rômulo Andrade, Wagner Barja, dentre outros.

 

Na coleção, há obras figurativas e abstratas da década de 1960 e 1970 – Aldemir Martins, Arcangello Ianelli, Iberê Camargo, Tomie Ohtake, Ligia Pape, Ubi Bava, Franz Kracjberg, entre tantos. Além de obras em papel, entre gravuras e desenhos de artistas contemporâneos como Delmônica, Anna Leticia, Maria Bonomi, Fayga Ostrower. “A nata da arte gravada no Brasil”, sintetiza.

 

 

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JARDIM DE ESCULTURAS

 

 

Desde a fundação do MAB, as diferentes gestões que se sucederam desejaram ou tentaram criar um Parque de Esculturas na região do museu, ideia que se materializou nessa reabertura. O Parque foca na produção de autores de Brasília que demonstram diferentes aspectos da produção dessa forma de arte na capital. Na coleção, há obras, majoritariamente, de artistas brasilienses, como Miguel Simão, Mara Nunes, Darlan Rosa, Sanagê Cardoso e Omar Franco. A estrela é a obra Homenagem à Democracia, de Franz Weissmann, avaliada em R$ 1,5 milhão.

 

 

Assessoria de Comunicação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF

e-mail: comunicacao@cultura.df.gov.br