Governo do Distrito Federal
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28/08/19 às 11h08 - Atualizado em 28/08/19 às 11h08

Secretário recebe administração da Candangolândia

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O secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) Adão Cândido recebeu na tarde de terça-feira (27), o administrador da Região Administrativa (RA) da Candangolândia, José Rodrigues, juntamente com a assessoria técnica da administração da RA e o subsecretário do Patrimônio Cultural da Secec Cristian Brayner. O encontro teve como pauta o resgate do contexto histórico e cultural dos candangos na construção de Brasília.

 

Apelidada pelos candangos como “Lonalândia”, a RA abrigou os pioneiros que acreditaram na possibilidade da construção de uma nova vida na capital. Vindos de vários cantos do país para erguer as primeiras edificações, o acampamento abrigava barracas de lona que funcionavam como alojamentos para os operários. De acordo com o administrador José Rodrigues, toda essa trajetória é contada através de uma série de fotos disponibilizadas pelos próprios candangos que residem por lá.

 

A comitiva solicitou ao secretário alternativas para catalogar os registros fotográficos desde o surgimento da Candangolândia até os dias de hoje. O administrador ressaltou que já existem várias fotos no Arquivo Público, mas a ideia é reunir todo o material em um único projeto. “Existem registros feitos pelos pioneiros na época da construção e gostaríamos de auxílio para realizar um trabalho amplo com esses documentos, contribuindo para o patrimônio histórico da RA”, disse.

 

Para Adão Cândido, os resgates de registros como este são fundamentais para a preservação da cultura dos pioneiros do DF. O líder da pasta e o subsecretário do Patrimônio Cultural falaram sobre as possibilidades para realizar este acervo, como a celebração de um convênio (Prodoc) com a Unesco. “Já existe uma parceria entre a Secec e a Unesco que viabiliza a realização de estudos para reunir obras e produções culturais específicas”, conta o secretário.

 

Eles também sugeriram uma solicitação formal junto ao Arquivo Público e ao Arquivo Nacional. De acordo com Cristian Brayner, há possibilidades de solicitar auxílio para a catalogação dos arquivos. “Podemos também realizar tratativas com arquivos públicos, para estruturar um plano diferenciado de catalogação colaborativa”, revela.