Governo do Distrito Federal
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9/11/21 às 21h22 - Atualizado em 10/11/21 às 12h26

Saiba quais são os 12 curtas-metragens

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Texto e edição: Sérgio Maggio (Ascom/Secec)

10.11.21

11:00:00

 

Ouça o áudio da notícia:

 

  • Com maioria de ficção (nove) e três documentários, a Mostra Competitiva de Curtas traz produções das cinco regiões brasileiras e sete estados. São Paulo comparece com cinco (“Ocupagem”,  “Chão de Fábrica”, “Como Respirar para Fora D´àgua”, “Sayonara” e “Cantareira”), seguido de duas produções do Distrito Federal (“Filhos da Periferia”, “N.F, Trade” ). Da Paraíba e de Pernambuco, vieram respectivamente “Adão, Eva e o Fruto Proibido” e “Da Boca da Noite à Barra do Dia”. “Terra Nova” é o representante do Amazonas, “Deus me Livre”, do Paraná, e “Era Uma Vez… Uma Princesa”, do Rio Grande do Sul.

 

CONHEÇA OS CURTAS SELECIONADOS

 

 

 

 

OCUPAGEM (SP)

Credito Divulgação


Direção: Joel Pizzini
Documentário, 12 min, 2021, São Paulo
Classificação indicativa livre

 

Disponível na InnSaei.TV entre 7 de dezembro (a partir de 22h30) e 8 de dezembro (até às 23h29)

 

De volta à Ocupação 9 de Julho em São Paulo, o escritor brasileiro Julián Fuks reencontra as líderes do movimento dos Sem-Teto, Carmen Silva e Preta Ferreira, protagonistas de seu livro Ocupação. Perseguidas por seu ativismo social elas se deparam com a linguagem do escritor que recria a luta dos ocupantes do antigo edifício desativado no coração da metrópole.

 

Ocupagem é um ensaio documental de curta-metragem, que propõe uma interface  entre o cinema e a literatura a partir do livro Ocupação, concebido durante a residência de seu autor, Julián Fuks, na Ocupação 9 de Julho, em São Paulo. Trata-se de uma coprodução entre a Pólofilme e a Oceanos com direção de Joel Pizzini e produção de Juliana Domingos, tendo como protagonistas as ativistas Carmen Silva e Preta Ferreira, que dialogam com a obra do escritor Julián Fuks.

 

JOEL PIZZINI

Credito Divulgação
Autor de ensaios documentais premiados internacionalmente, como Caramujo-Flor (1988), Enigma de um dia (1996), Glauces (2001), Dormente (2006), Joel Pizzini conquistou com 500 Almas (2004) e Anabazys (2009), diversos prêmios nos Festivais do Rio, Mar Del Plata e Brasília. Dirigiu Mar de Fogo (2014), selecionado para a competição da Berlinale, Elogio da sombra, selecionado para Oberhausen. Em 2017 dirigiu Rio da dúvida, lançou o filme ensaio Zimba e, atualmente, realiza Depois do Trem.

 

FICHA TÉCNICA
Produção executiva: Juliana Domingos
Direção de produção: Layla Medeiros
Roteiro: Joel Pizzini
Direção de fotografia: Luis Abramo
Trilha sonora: Livio Tragtenberg
Mixagem: Miriam Biderman e Ricardo Reis
Montagem: Sofia Guimarães
Assistente de montagem: Vitor Campanário
Distribuição: Pólofilme
Elenco: Carmen Silva, Preta Ferreira, Julián Fuks, Fernanda Sofia, Felipe Figueiredo

 

TERRA NOVA (AM)

Divulgação Produtora Artrupe

Direção: Diego Bauer

Ficção, 22 min, 2021, Amazonas

Classificação indicativa livre

 

Disponível na InnSaei.TV entre 7 de dezembro (a partir de 22h30) e 8 de dezembro (até às 23h29)

 

Manaus, abril de 2020. Karoline é uma atriz de teatro que decide ir a uma agência da Caixa solicitar seu auxílio emergencial. Ela é acompanhada da irmã que vai tentar reaver o seu emprego.

 

DIEGO BAUER

Divulgação Produtora Artrupe

Diego Bauer é codiretor, corroteirista e protagonista do curta Obeso mórbido, integrante da 22ª Mostra de Tiradentes, da 10ª Semana de Cinema e vencedor do prêmio de melhor ator do Maranhão Na Tela 2018. Fez parte do elenco da minissérie Aruanas, da TV Globo. É um dos diretores da série Boto – 13 episódios de 26 minutos. É curador, produtor e apresentador do Festival Olhar do Norte e crítico de cinema do site Cine Set, desde 2013.

 

FICHA TÉCNICA

Produtora: Artrupe

Produção executiva e roteiro: Diego Bauer

Direção de produção: Ítalo Almeida

Direção de fotografia: César Nogueira

Direção de arte: Francisco Ricardo

Caracterização (maquiagem e figurino): Paulo Oberdan

Trilha sonora: Pablo Araújo

Mixagem: Lucas Coelho

Montagem: Eduardo Resing

Som direto: Heverson Batista

Correção de cor: João Gabriel Riveres

Assistentes de direção: Sofia Sahakian e Diego Leo

Assistente de fotografia: Robert Coelho e Naila Fernandes

Assistente de arte: Ana Carolina Souza

Maquinaria: Evandro Repolho

Still: Larissa Marins

Distribuição: Doc & Rio Festival Agency

Elenco: Karol Medeiros, Isabela Catão, Diego Bauer, Ítalo Almeida

 

FILHOS DA PERIFERIA (DF)

foto Taís Castro

Direção: Arthur Gonzaga

Ficção, 16 min, 2021, Distrito Federal

Não recomendado para menores de 12 anos

 

Disponível na InnSaei.TV entre 8 de dezembro (a partir de 22h30) e 9 de dezembro (até às 23h29)

 

Clayton e Júnior são amigos de infância. Nascidos e criados na Ceilândia, têm suas vidas transformadas por um ato de violência.

 

O curta-metragem Filhos da Periferia, filmado em Ceilândia, escrito e dirigido por Arthur Gonzaga, cineasta da cidade, é uma obra de ficção que faz uma reflexão sobre a juventude na periferia, tendo como ponto de partida as experiências pessoais do diretor. O filme fala sobre o cotidiano do jovem na periferia e as consequências do contato direto com a violência. Os protagonistas do filme, Pedro Gomes e Wilker Dantas, são jovens moradores de Ceilândia e foram selecionados em escolas públicas.

 

ARTHUR GONZAGA

Foto de Taís Castro

Nascido em Brasília, em 1989, e criado na Ceilândia, o cineasta Arthur Gonzaga é bacharel em Filosofia e estudou cinema na EICTV – Escuela Internacional de Cine y Televisión, em Cuba. Dirige filmes independentes desde 2013 e teve seu longa Frágil selecionado para a abertura do Festival Rio-Berlin em 2019. Além de diretor, é também montador e, atualmente, trabalha com os diretores Iberê Carvalho e Fáuston Silva.

 

FICHA TÉCNICA

Produção executiva: Arthur Gonzaga e Cleber Lopes

Direção de produção: Cleber Lopes e Magno Telles

Roteiro: Arthur Gonzaga

Direção de fotografia: Taís Castro

Direção de arte: Rodrigo Lelis

Caracterização (maquiagem e figurino): Keka Gonçalves e Rodrigo Lelis

Trilha sonora: Arthur Gonzaga

Mixagem: Micael Guimarães

Montagem: Arthur Gonzaga

Assistência de direção: Danilo Bola

Som direto: Edimilson Braga

Boom: Fabrício Schuch

Designer: Henrique Marinelli

Platô: Tiago Rocha Bigode

Assistente de câmera: Tiago Esmeraldo

Maquinaria: Messias Filhos

Elétrica: Odair Oliveira

Colorista: Ely Silva

Elenco: Pedro Gomes, Wilker Dantas, Rodrigo Lelis, Arthur Frazão, Cledeilson Júnior, Rafa Milk, Ana Beatriz de Oliveira e Gustavo Cypher

Agente para festivais: Doc & Rio Festival Agency, Rei García e Simone Mesquita

 

CHÃO DE FÁBRICA (SP)

Crédito: João Saldanha

Direção: Nina Kopko

Ficção, 24 min, 2021, São Paulo

Não recomendado para menores de 14 anos

 

Disponível na InnSaei.TV entre 8 de dezembro (a partir de 22h30) e 9 de dezembro (até às 23h29)

 

  1. As máquinas desligam para o horário do almoço dentro de uma metalúrgica de São Bernardo do Campo. Quatro operárias comem dentro do banheiro feminino. Entre risos e conflitos, cada uma guarda o seu segredo.

 

Rodado em fevereiro de 2020, em uma fábrica desativada de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, o curta-metragem de ficção Chão de fábrica, produzido pela Boulevard Filmes, é o filme de estreia na direção solo de Nina Kopko.

 

Realizado por uma equipe técnica composta apenas por mulheres e produzido sem patrocínios públicos, o curta é uma adaptação de uma cena da peça O pão e a pedra, da Companhia do Latão. No elenco estão Alice Marcone, Carol Duarte, Helena Albergaria e Joana Castro.

 

NINA KOPKO

Nina Kopko atua nas áreas de roteiro, direção, consultoria de projetos e preparação de elenco. Foi diretora assistente dos filmes A vida invisível (Karim Aïnouz, 2019) e O silêncio do céu (Marco Dutra, 2016). É tutora do Laboratório de Roteiros da Escola Porto Iracema das Artes desde 2018. Prepara seu primeiro longa, Ranço de amor, vencedor do edital Start Money da SPCine, produzido pela RT Features. Chão de fábrica é seu primeiro curta-metragem.

 

FICHA TÉCNICA

Produção executiva: Letícia Friedrich

Direção de produção: Jana Dalri

Roteiro: Nina Kopko e Tainá Muhringer

Direção de fotografia: Anna Julia Santos

Direção de arte: Days Barreto

Caracterização (maquiagem e figurino): Amanda Mirage, Natia Cortez e Gabriella Marra

Trilha sonora: Vitor Colares

Mixagem: Ivo Moraga

Montagem: Lis Paim

Distribuição: Boulevard Filmes

Elenco: Alice Marcone, Carol Duarte, Helena Albergaria e Joana Castro

 

DEUS ME LIVRE (PR)

Foto de Vanesa Toca

 

Direção: Carlos Henrique de Oliveira e Luis Ansorena

Documentário, 17 min, 2021, Paraná

Não recomendado para menores de 10 anos

 

Disponível na InnSaei.TV entre 9 de dezembro (a partir de 22h30) e 10 de dezembro (até às 23h29)

 

Adenilson e Zeca são funcionários do Vila Formosa, cemitério de São Paulo que mais enterra vítimas de Covid-19 no Brasil. Após o chefe ser infectado, a dupla enfrenta a descomunal tarefa de cavar inacabáveis sepulturas e evitar o contágio na cidade brasileira com mais vítimas do coronavírus. Eles irão se apegar mais em Deus que nas medidas de proteção. O filme foi exibido no 31º Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – Curta Cinema, em novembro de 2021.

 

CARLOS HENRIQUE DE OLIVEIRA E LUIS ANSORENA

Foto de Vanesa Toca

Jornalistas de formação, nos últimos anos se especializaram em filmes de não-ficção e juntos criaram a produtora de documentários Monkey Fingers. Carlos Henrique é brasileiros e Luis Ansorena é espanhol.

 

FICHA TÉCNICA

Direção de produção: Carlos Henrique de Oliveira e Luis Ansorena Hervés

Roteiro: Carlos Henrique de Oliveira, Luis Ansorena Hervés

Direção de fotografia: Thiago Prestes

Trilha sonora: Jaime G. Soriano

Montagem: Carlos Henrique de Oliveira e Luis Ansorena Hervés

Som: Toni Morales

Distribuição: Freak Agency

Elenco: Adenilson Souza Costa e Wilker Costa Paes (Zeca)

 

ADÃO, EVA E O FRUTO PROIBIDO (PB)

Foto: R.B. Lima

Direção: R.B. Lima

Ficção, 20 min, 2021, Paraíba

Não recomendado para menores de 14 anos

 

Disponível na InnSaei.TV entre 9 de dezembro (a partir de 22h30) e 10 de dezembro (até às 23h29)

 

Após 15 anos, Ashley finalmente tem a oportunidade de se aproximar do filho, fruto da relação com a amiga Suzana.

 

O curta-metragem retrata o encontro entre uma mulher transexual e seu filho adolescente, separados após o nascimento. Nesse novo cotidiano, ela enfrenta seus medos, ao mesmo tempo que tenta entender o filho e o papel de ser mãe. Também não é fácil para o jovem, que busca em uma pessoa desconhecida o sentido de sua própria existência. Assim, breves momentos contribuem para o amadurecimento dos dois, traçando um caminho de descobertas e quebras de preconceitos.

 

  1. R. B. LIMA
  2. Foto: R.B. Lima

R.B. Lima é graduado em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal da Paraíba. Desde o início do curso, começou a se interessar pelas áreas de produção, direção e, principalmente, roteiro. Desenvolve roteiros com temas relacionados às questões  sociais que dialogam com temas como sexualidade e, principalmente, diversidade  de gênero. Trabalha no Projeto Ashley De La Veiga, que aborda vivências da comunidade LGBTQIA+, dividido em 10 curtas-metragens.

 

FICHA TÉCNICA

Produção executiva: Taís Pascoal

Direção de produção: Taís Pascoal

Roteiro: R.B. Lima

Direção de fotografia: Carine Fiúza

Direção de arte: Ingrid Marla

Caracterização (maquiagem e figurino): Ingrid Marla, Camila Rocha e Petra Langy

Mixagem: Vitor Galmarini

Montagem: Edson Lemos Akatoy

1ª Assistente de fotografia: Érica Rocha

2ª Assistente de Fotografia e logger: Camylla Neves

Chefe de maquinaria: Junior Tempero

Assistentes de maquinaria: Pedro Marques e Taís Pascoal

Som direto: Janaína Lacerda e Gian Orsini

Distribuição: Electricprism

Elenco: Danny Barbosa, Lay Gonçalves, Manoa Vitorino, Margarida Santos, William Cabral

 

COMO RESPIRAR FORA D’ÁGUA (SP)

crédito: Ricardo Santos

Direção: Júlia Fávero e Victoria Negreiros

Ficção, 16 min, 2021, São Paulo

Não recomendado para menores de 14 anos

 

Disponível na InnSaei.TV entre 10 de dezembro (a partir de 22h30) e 11 de dezembro (até às 23h29)

 

Na volta de um dos seus treinos de natação, Janaína é enquadrada por policiais. Já em casa e livre de perigo, ela enfrenta a relação com seu pai, também policial militar, com outros olhos.

 

Como respirar fora d’água reflete sobre conflitos de uma jovem negra e lésbica que convive com a presença da polícia militar fora e dentro de casa, através de seu pai policial. Produzido como conclusão do curso de audiovisual da USP, o curta dirigido por Júlia Fávero e Victoria Negreiros participou de festivais como Cine Ceará e Mix Brasil, sendo um dos favoritos do público no Kinoforum 2021. Conquistou melhor direção no Anima Latina e melhor fotografia de filme estudantil no Prêmio ABC.

 

JÚLIA FÁVERO

crédito: Ricardo Santos

Formada em audiovisual pela ECA-USP. Foi assistente de montagem da segunda temporada da série infanto-juvenil Show da História.

 

VICTORIA NEGREIROS

crédito: Ricardo Santos

Natural de Salvador (BA) e formada em Audiovisual na ECA-USP. Participou da edição 2020 do Laboratório Negras Narrativas, da FLUP + Rede Globo.

 

FICHA TÉCNICA

Produção executiva: Ricardo Santos

Direção de produção: Ricardo Santos

Roteiro: Júlia Fávero e Victoria Negreiros

Direção de fotografia: Giuliana Lanzoni

Direção de arte: Ana Iajuc

Caracterização (maquiagem e figurino): Ana Iajuc

Trilha sonora: Francisco Grasso

Mixagem: Sandro Della Costa

Montagem: Luiza Freire

Som direto: Bia Hong e Mariana Suzuki

Edição de som: Bia Hong

Grafismo: Ana Clara Martins

Correção de cor e finalização: Luiza Freire

Elenco: Raphaella Rosa, Dárcio de Oliveira, Giovana Lima, Taty Godoi, Oswaldo Eugênio, Riggo Oliveira, Daniel Melotti

 

CANTAREIRA (SP)

crédito: adivulgação

Direção: Rodrigo Ribeyro

Ficção, 24 min, 2021, São Paulo

Classificação indicativa livre

 

Disponível na InnSaei.TV entre 10 de dezembro (a partir de 22h30) e 11 de dezembro (até às 23h29)

 

Bento, trabalhador e morador do centro de São Paulo, volta ao lugar em que cresceu: a casa do avô na Serra da Cantareira. Lá, busca não somente a paz, mas também um emprego.

 

O paradoxo entre a metrópole e a natureza que literalmente a rodeia ganha corpo numa localidade: a Serra da Cantareira. Esse é o tema do curta-metragem Cantareira, realizado pelo paulistano Rodrigo Ribeyro e vencedor do 3º Prêmio na Competição da Cinéfondation do 74º Festival de Cannes. Produzido como trabalho de conclusão de curso da AIC – São Paulo, o filme conta a história de Bento, jovem oriundo da Serra que se encontra sufocado pela desencantada vida de trabalho da cidade grande.

 

RODRIGO RIBEYRO

crédito: arquivo pessoal
Natural de São Paulo, Rodrigo tem 25 anos. Em 2019 se formou em direção cinematográfica pela Academia Internacional de Cinema de São Paulo. Lançou três curtas-metragens: Entrevista com o grande diretor (2018), Antes de Çairé (2020), selecionado para a competição oficial do 30º Curta Cinema e para o 44º Festival Guarnicê e, seu trabalho mais recente, Cantareira, que foi premiado com o 3º Prêmio na Competição Oficial da Cinéfondation, no 74º Festival de Cannes.

 

FICHA TÉCNICA

Produção executiva: Sylmara Maria

Direção de produção: Isis Ramos

Roteiro, montagem e distribuição: Rodrigo Ribeyro

Direção de fotografia: Dani Drumond

Direção de arte: Gabriela Taiara

Caracterização (maquiagem e figurino): Gabriela Taiara, Madu Medeiros e Jé Bertoni

Mixagem: Ricardo Zollner

Assistente de direção: Eva Moreira

Assistente de fotografia e figuração: Shay Pele

Diretor de casting e assistente de produção: Wagner Vieira

Assistente de Produção: Juliana Santos

Som direto: Uirá Ozzetti

Drone: Paulo Chou

Elenco: Emiliano Favacho, Almir Guilhermino, Guilherme Dourado, Margot Varella e Gelson dos Santos

 

SAYONARA (SP)

Divulgação Produtora Tex Filmes

Direção: Chris Tex

Ficção, 25 min, 2021, São Paulo

Não recomendado para menores de 16 anos.

 

Disponível na InnSaei.TV entre 11 de dezembro (a partir de 22h30) e 12 de dezembro (até às 23h29)

 

Após sofrer um trauma, uma garota planeja sua vingança.

 

Traumas violentos do passado assombram a vida de uma jovem. Ela passa seus dias silenciosamente planejando sua vingança contra aqueles que a machucaram. Sua punição será severa.

 

CHRIS TEX

Divulgação Produtora Tex Filmes

Diretor de cinema, roteirista, quadrinista e professor de games. Possui em seu currículo um amplo conteúdo de gênero fantástico e de comédia para diversas plataformas. Seu mais recente trabalho é o thriller de ação Sayonara.

 

FICHA TÉCNICA

Produtora: Tex Filmes

Produção executiva e direção de produção: Chris Tex
Roteiro: Reinaldo Guedes
Direção de fotografia: Cesar Ishikawa e Tiago Pinheiro
Direção de arte: Eduardo Kissanjikian

Caracterização (maquiagem e figurino): Roger Matua e Victoria Constantino
Trilha sonora: Michel Hsiang Lee
Mixagem: Stanley Gilman
Montagem: Daiel Weber e Chris Tex
Coreografia: Gutemberg Lins

Elenco: Samira Hayashi, Jui Huang e Miguel Nader

Produtora: Tex Filmes

 

N.F. TRADE (DF)

crédito: arquivo pessoal

Direção: Thiago Foresti

Ficção, 8 min, 2021, Distrito Federal

Classificação indicativa livre

 

Disponível na InnSaei.TV entre 11 de dezembro (a partir de 22h30) e 12 de dezembro (até às 23h29)

 

Barreto é um produtor de hortaliças orgânicas, mas não gosta de vender suas mercadorias por moedas convencionais. Ele prefere negociar em bens não fungíveis.

 

As criptomoedas e NFTs são produtos típicos dos nossos tempos. Como toda grande novidade, essa tecnologia acaba gerando muita dúvida e ceticismo. O filme N.F.Trade é uma tentativa de brincar com essa nova forma de economia alternativa. Muitos artistas da cidade têm encontrado nas plataformas de NFT uma forma de negociar suas artes digitais. O filme visa explorar essa fronteira, retratando a negociação de um ativo digital em uma situação do cotidiano.

 

THIAGO FORESTI

Credito Divulgação

Thiago Foresti tem 39 anos e mora em Brasília desde 2015. N.F.Trade é seu terceiro curta-metragem a integrar o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. O diretor tem interesse por temas contemporâneos como tecnologia, mudanças climáticas e o ambiente insólito da pós-verdade.

 

FICHA TÉCNICA

Produção executiva, direção de produção, roteiro e montagem: Thiago Foresti

Direção de fotografia: Attilio Zolin

Direção de arte: Rosa Morbach

Trilha sonora e mixagem: Arthur Santos

Colorização: Daniel Sena

Elenco: Wellington Abreu, José de Campos, Mariah Praiah, Maria Stela

 

ERA UMA VEZ… UMA PRINCESA (RS)

Foto de Maurício Borges de Medeiros

Direção: Lisiane Cohen

Ficção, 16 min, 2021, Rio Grande do Sul

Não recomendado para menores de 12 anos

 

Disponível na InnSaei.TV entre 12 de dezembro (a partir de 22h30) e 13 de dezembro (até às 23h29)

 

Uma história de amor e dor, de uma busca de sentido diante da ausência de vida – algo que pulsa em Nina e Carol, como consequência de sua filiação. Uma história trágica, de violência, com uma construção narrativa feita pelas memórias de Nina, com fragmentos de sua trajetória através de fotos, filmes e slides.

 

Era uma vez… uma princesa é um filme de inquietações. Artistas experientes do cinema gaúcho se mobilizaram contra o contexto pandêmico e decidiram fazer um filme, apesar do momento pelo que passa a cultura e a arte brasileiras. Lisiane Cohen escreveu o roteiro, Carmem Fernandes na direção de arte, Maurício Borges de Medeiros na direção de fotografia e Fernanda Kern na montagem. Na direção, a própria Lisiane, que decidiu interpretar a protagonista Nina. Tudo isso no mês de janeiro de 2021.

 

LISIANE COHEN

Foto de Maurício Borges de Medeiros

Professora, cineasta e atriz. Iniciou sua carreira nos anos 1980 realizando em Super 8. De lá para cá foram prêmios importantes, participações em festivais, realizações de curtas, médias e longas-metragens e séries. Desenvolve trabalhos que vão da animação à série de TV. Fundou em sua produtora o Núcleo Teresas, grupo interdisciplinar que conta atualmente com nove mulheres, e que tem por objetivo pesquisar, discutir e desenvolver o protagonismo feminino no audiovisual.

 

FICHA TÉCNICA

Produção executiva e direção de produção: Lisiane Cohen, Maurício Borges de Medeiros, Carmen Fernandes, Laura Cohen, Álvaro RosaCosta e Fernanda Kern

Roteiro: Lisiane Cohen

Direção de fotografia: Maurício Borges de Medeiros

Direção de arte: Carmen Fernandes

Caracterização (maquiagem e figurino): Carmen Fernandes e Laura Cohen

Trilha sonora: Álvaro RosaCosta

Mixagem: Álvaro Rosa Costa

Montagem: Fernanda Kern

Assistente de Câmera e loader: Fernanda Kern

Distribuição: Praça de Filmes e Margem Cinema Brasil

Elenco: Lisiane Cohen e Laura Cohen

 

DA BOCA DA NOITE À BARRA DO DIA (PE)

Credito Divulgação

Direção: Tiago Delácio

Documentário, 18 min, 2021, Pernambuco

Classificação indicativa livre

 

Disponível na InnSaei.TV entre 12 de dezembro (a partir de 22h30) e 13 de dezembro (até às 23h29)

 

Na Zona da Mata pernambucana, sonho e realidade se misturam. Entre os canaviais, as cores, as danças, o teatro e a música revelam um passado não tão distante que coloca em xeque o presente e joga luz nos desafios futuros de uma brincadeira que começa na boca da noite e se encerra na barra do dia.

 

O cavalo-marinho é uma das mais importantes manifestações culturais do nosso país. Em Condado, Sebastião Pereira de Lima, o mestre Martelo, ainda hoje entrega sua vida nessa brincadeira que se mistura com a própria vida. O filme da Boca da Noite a Barra do Dia (Condado, 2021) com direção de Tiago Delácio tenta captar a imaginação lúdica desse patrimônio imaterial para ajudar a salvaguardar a arte, o lugar e as pessoas.

 

TIAGO DELÁCIO

Credito Divulgação

Tem especialização em documentário na EICTV de Santo Antonio de los Baños (Cuba). Dirigiu Cinema na praça (2003), Meio caminho andado (2003), La espera (2003), Aurora (2004), Velocidade máxima (2013), Primeiro de maio (2016), Enraizada (2018), Uchôa, a mata pulsante (2019), Eu o declaro meu inimigo (2018) e Da boca da noite à barra do dia (2021). Foi assistente de direção dos filmes Amarelo manga, O rochedo e a estrela e A história da eternidade.

 

FICHA TÉCNICA

Produção executiva, direção de produção e roteiro: Rafael Buda

Direção de fotografia: Adalberto Oliveira

Direção de arte: Lia Letícia

Trilha sonora: Cláudio Rabeca

Mixagem e montagem: Adalberto Oliveira

Assistente de arte: Aline Souza

Assistentes de produção: Ana Porto e Leon Delácio

Segunda câmera/drone: Tiago Moura

Produtora: Partilha Filmes

Ilustração: Cavani Rosas

Designer: Tomaz Alencar

Consultoria: Antônio Carrilho

Distribuição: Arapuá Filmes

 

COMISSÃO DE SELEÇÃO DE CURTAS

 

ADRIANA VASCONCELOS
Entre os principais trabalhos da diretora Adriana Vasconcelos estão os curtas – protagonizados por personagens femininos – Só Sofia (2004), Senhoras (2010) e Fragmentos (2014), filmes exibidos e premiados em festivais no Brasil e em países como Argentina, Cuba, EUA, França e Portugal. Seu primeiro longa-metragem, Mãe (2019), estreou em Portugal, e deu a Adriana o prêmio de melhor direção na Mostra Brasília do 52º FBCB.

 

ANDRÉ LUÍS DA CUNHA
É sócio fundador da Associação Brasileira de Cinematografia e ex-presidente da Associação Brasileira de Documentaristas – DF /ABCV. Seus trabalhos foram premiados nos principais festivais de cinema do país, com destaque para o III Prêmio FIESP / Sesi  do Cinema Paulista de melhor direção de fotografia em longa-metragem; e os Candangos de  melhor direção e melhor fotografia em 35mm no 28º FBCB, com o curta-metragem Áporo, seu projeto final do curso de cinema da Universidade de Brasília.

 

FLÁVIA BARBALHO 
Cineasta, roteirista e montadora, Flávia Barbalho é diretora de documentários apresentados e premiados em festivais no Brasil e no exterior, como os de Jericoacoara, Fortaleza, Ouro Preto, Irlanda e Londres e participou de diversos outros eventos de cinema, como Curta Minas, ABD MG, CineDocumenta, Festival internacional de Curtas de Belo Horizonte. Fundou e dirige o Festival Internacional de Cinema de Trancoso, em sua quarta edição.

 

PAULA SACCHETTA
Documentarista, Paula Sacchetta dirigiu, entre outros filmes, Precisamos falar do assédio, lançado no Festival de Brasília em 2016.

 

PAULINHO SACRAMENTO
Diretor, roteirista e artista plástico, Paulinho Sacramento é também gestor cultural e diretor da Ogum Filmes e do Rio Mapping Festival. Dirigiu os  documentários Papo de fotografia e samba, Shackal – A lenda do rap está de volta, ganhador do prêmio Labcurta/Light de 2019; o curta-metragem Lapa 24 horas, premiado no Festival de Cinema Negro Brasil, África e Caribe Zózimo Bulbul; e De Cabral a George Floyd – Onde arde o fogo sagrado da liberdade e o O sequestro do embaixador alemão (em produção).

 

Assessoria de Comunicação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Ascom/Secec)

E-mail: comunicacao@cultura.df.gov.br