Governo do Distrito Federal
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9/11/18 às 16h58 - Atualizado em 9/11/18 às 17h10

Orquestra do Teatro Nacional homenageia Gioachino Rossini

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Concerto Italiano acontecerá do dia que completam 150 anos da morte do compositor
de O Barbeiro de Sevilha

 

 

 

O segundo concerto de novembro da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro será uma celebração da música clássica italiana. Em parceria com a Embaixada da Itália, a apresentação acontecerá na próxima terça-feira (13), às 20h, no Teatro dos Bancários (314/315 sul).

 

O repertório escolhido vai homenagear o músico italiano Gioachino Rossini, no dia exato em que se completam 150 anos de sua morte (13 de novembro de 1868). Sob a regência do maestro convidado Filippo Arlia, a Orquestra Claudio Santoro vai executar oito introduções de óperas, as chamadas Aberturas de Rossini: La Gazza Ladra, La Cenerentola, La Scala di Seta, Il Barbiere di Siviglia (O Barbeiro de Sevilha), Il Signor Bruschino, L’Italiana in Algeri, Semiramide e Guilherme Tell.

 

Nascido em Pésaro, em 29 de fevereiro de 1792, Gioachino Antonio Rossini, tornou-se um dos compositores eruditos italianos mais importantes do século XIX. Sua obra, caracterizada por elementos trágicos e cômicos, típicos das óperas, marcou um momento de inovação e criatividade do período conhecido como Restauração Italiana. As Aberturas das óperas de Rossini são marcadas por uma introdução lenta (baseada em uma das melodias mais sedutoras da ópera), uma seção rápida (baseada em duas de suas melodias mais ousadas), um frenesi rodopiante e uma conclusão turbulenta. Além de 39 óperas, Rossini produziu diversas composições sacras e de música de câmara. Sua peça mais famosa, o Barbeiro de Sevilha, foi apresentada pela primeira vez em 1816, no Teatro Argentina, em Roma.

 

Filippo Arlia – Nesta noite especial em homenagem à música italiana, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional será regida pelo pianista, professor e maestro Filippo Arlia. Nascido em 1989, Filippo Arlia é considerado pelos críticos internacionais um dos músicos italianos mais versáteis de sua geração. Entre seus vários trabalhos, destaque para o “Duettango”, um dos conjuntos de câmara italianos mais importantes envolvidos na interpretação da literatura de Astor Piazzolla.

 

Em 2011, Arlia fundou a Orquestra Filarmônica da Calábria, da qual ainda é maestro principal. Desde 2014 dirige o Instituto de Estudos Musicais “P. I. Tchaikovsky” em Nocera Terinese, província italiana de Catanzaro, região da Calábria.