Governo do Distrito Federal
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16/08/19 às 17h43 - Atualizado em 16/08/19 às 18h16

Museu Vivo da Memória Candanga celebra Dia do Patrimônio

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Com o clima de conscientização, foi celebrado na manhã de hoje (16) o Dia Nacional do Patrimônio Histórico, no Museu Vivo da Memória Candanga. O evento “Brasília, Patrimônio Vivo” de iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec), em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), contou com uma programação dedicada à história da construção de Brasília e à importância de valorizar os bens patrimoniais.

 

Com a presença da Subsecretaria do Patrimônio Cultural da Secec, estudantes do o Instituto Federal de Brasília (IFB) de Samambaia, Coletivo Cinema Urbana/UnB, Universidade Católica de Brasília e representantes do Iphan fizeram uma visita guiada pelas dependências do museu e conferiram a exposição fixa do espaço “Poeira, lona e concreto”.

 

O grupo também assistiu à palestra ministrada pela superintendente do Iphan no DF, Ione Carvalho, que falou sobre a importância da preservação dos bens patrimoniais. Ela explicou que através dos museus e centros históricos são contadas as histórias de vida de muitas pessoas, que, no caso de Brasília são os candangos. “Estamos em um local que foi construído com o suor e amor de todos os brasileiros”, completou.

 

O subsecretário de Patrimônio Cultural da Secec, Cristian Brayner ressaltou que a consciência acerca dos bens patrimoniais existentes é um exercício de cidadania. “Vamos continuar investindo em educação patrimonial como estratégia de valorar as identidades e o progresso econômico”, revela.

 

A programação também contou com a exibição de mostra cinematográfica do coletivo Cinema Urbana sobre histórias de vida das pessoas durante a construção da capital. Em “Brasília Ano 10”, de Geraldo Sobral Rocha, o público conferiu a situação da ocupação da capital na década de 70. Já em “O homem que não cabia em Brasília”, de Gustavo Menezes, uma abordagem mais recente da cidade, explorando as exclusões sociais existentes e a população que vive em situação de rua.

 

Noções de patrimônio humano foram ensinadas com personalidades do DF. A candanga Maria do Cerrado prestou homenagem ao pajé Zé Ramalho da Vila Planalto e ressaltou o orgulho de representar a história de Brasília na condição de candanga.

 

Foto: Ludimila Barbosa SECEC DF