Governo do Distrito Federal
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22/12/20 às 13h10 - Atualizado em 22/12/20 às 16h11

Mostra Paralela On-line é prorrogada até domingo (27)

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Texto: Guilherme Lobão

 

22/12/2020

13:10:00

 

O 53º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro já apresentou seus vencedores, mas as atividades paralelas ainda seguem como um afago ao espírito cinéfilo em tempos de pandemia. Fisicamente, o público poderá visitar a exposição de cartazes do Cine Brasília, na estação de metrô da 106 Sul na capital federal. Virtualmente, de qualquer canto do País, ainda é possível assistir à Mostra Paralela On-line, prorrogada até o próximo domingo (27).

 

ASSISTA AQUI AOS FILMES DA MOSTRA PARALELA ON-LINE

 

Acesse:
Mostra Paralela resgata históricos filmes brasileiros

Festival de Brasília premia a cultura popular
Os ganhadores do 53º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

 

A mostra ganhou mais filmes em sua programação, originalmente com 33 produções. Agora são 44 filmes que podem ser vistos por meio de streaming (alguns protegidos por senha, disponível na página da mostra no link acima).

 

Sob a curadoria do cineasta, produtor audiovisual e cineclubista Cavi Borges, a Mostra Paralela pretende um resgate histórico da memória do cinema brasileiro, além de pinçar algumas obras da mais recente produção nacional, com ênfase em filmes que tiveram pouco tempo de tela. “A ideia é trazer ao público filmes que fizeram parte da história do festival, ou que foram censurados à época”, resume.

 

Há verdadeiras raridades disponíveis na mostra, como os filmes de Sylvio Lanna “Malandro, Termo Civilizado” (1982) e “Sagrada Família” (1970), achados do cinema de invenção marginal brasileiro. Com o acréscimo de filmes na programação, é possível assistir ainda novos trabalhos do veterano diretor, como “In Memoriam” (2019), “Forofina, Um Filme a Ser Feito” (2020) e “Nova Pasta. Antigo Baú” (2020).

 

Da nova cepa de filmes em cartaz na mostra ainda constam clássicos, como “O Homem Que Virou Suco” (1981), de João Batista de Andrade, e duas produções pouco lembradas de Sérgio Ricardo: “Êsse Mundo é Meu” (1964) e “Juliana do Amor Perdido” (1970).

 

Assessoria de Comunicação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Ascom/Secec)

E-mail: comunicacao@cultura.df.gov.br