Governo do Distrito Federal
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13/10/21 às 11h57 - Atualizado em 13/10/21 às 14h12

Feriado movimenta Complexo Beira Lago

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 Texto: Alexandre Freire. Edição: Sérgio Maggio (Ascom Secec)

13/10/2021

11:01:32

 

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O feriadão de 12 de outubro movimentou o Complexo Cultural Beira Lago, formado pela dobradinha Concha Acústica e  Museu de Arte de Brasília (MAB), equipamentos da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec). Só, na Concha Acústica, foram 1.200 pessoas para assistirem ao espetáculo “Pedro e o Lobo” (Serge Prokofiev, 1936), executado pela Orquestra Filarmônica de Brasília. No MAB, 445 pessoas foram visitar as exposições em cartaz.

 

“É uma satisfação ver a Concha Acústica ocupada por famílias que escolheram a orla do Paranoá para desfrutar do tempo livre do feriado ao lado do MAB. O equipamento da Secec oferece condições de segurança sanitária por ser ao ar livre e muito espaçoso”, festejou Marcelo Gonczarowska, gerente do espaço e do Museu de Arte de Brasília (MAB).

 

Alexandre FreireA obra foi escrita para familiarizar o público infantil com os diversos instrumentos clássicos, que fazem as “vozes” dos personagens da história. A Filarmônica subiu ao palco com 56 músicos e teve regência do maestro Thiago Francis.

 

A cantora Pri Lisboa, acompanhada pela orquestra, cantou o clássico de Toquinho “Aquarela” (1983), coreografado pela Flyer Cia de Dança. O evento teve tradução para a linguagem de libras.

 

Trezentos e trinta pessoas, entre alunos de escolas públicas, seus familiares e professores, de unidades do Gama e da Ceilândia, compareceram em ônibus especiais.

 

O acesso à Concha foi mediante o uso obrigatório de máscaras e medição da temperatura na entrada. O público foi orientado a manter o distanciamento entre famílias no espaço aberto formado por bancos semicirculares de concreto.

 

ARTE DIVERSIFICADA

Foto divulgação

Em caráter especial, O MAB abriu, na terça-feira, dia em que normalmente fica fechado para manutenção. Com esculturas de Zaragoza recentemente incorporadas ao jardim, mostra de seu acervo permanente com 45 obras-primas, Tarsila do Amaral e Orlando Brito e a mostra “Arte Urbana no Irã”, o museu recebeu público acima do esperado.

 

“O MAB tem a política de abrir em feriados para poder atender os visitantes que não podem frequentar durante a semana. Essa medida é particularmente importante, considerando que outros espaços culturais da capital estavam fechados nesse dia 12. O Museu de Arte entende que é sua missão oferecer essa alternativa ao público que busca uma opção de lazer cultural”, revelou o gerente Marcelo Gonczarowska.

 

Assessoria de Comunicação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Ascom/Secec)

E-mail: comunicacao@cultura.df.gov.br