Governo do Distrito Federal
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16/12/20 às 17h20 - Atualizado em 16/12/20 às 17h21

“Curumins” amplia o olhar sobre a diversidade da cultura indígena no Brasil

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Texto: Loane Bernardo/Edição: Guilherme Lobão (Ascom Secec)

 

16/12/2020

17:21:00

“Os índios não são todos iguais, eles têm direito à troca entre culturas e a decidir como querem viver, sem que isso signifique a perda de sua identidade nativa e da sua conexão com a natureza”. A partir desta contastação, o diretor Pablo Ravi propõe um documentário para desconstruir preconceitos e estereótipos sobre os povos nativos brasileiros, com uma linguagem acessível a todos os públicos, em especial crianças e adolescentes. “Curumins” é um dos oito curtas que concorrem na Mostra Brasília, nesta 53ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

 

Os filmes da mostra estão disponíveis para streaming gratuito a partir desta quinta (17) e até domingo (20), na plataforma dos Canais Globo.

 

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De modo simples e pedagógico, o documentário apresenta dados gerais essenciais a respeito da cultura e das raízes indígenas do Brasil, além das particularidades de duas etnias bem diferentes uma da outra: Fulni-ô, que vive em área urbana e Kamayurá – mais isolada -, que vive na maior reserva indígena do Brasil, no Parque Indígena do Xingu.

 

Com ampla experiência em direção musical, de espetáculos e clipes musicais, o diretor explica que o curta é resultado de todas essas experiências, junto a um de seus mais reconhecidos trabalhos, “O Índio Vai à Escola”. Ele é coordenador do projeto de valorização da cultura indígena para crianças e adolescentes, que conquistou reconhecimento da Secretaria de Educação do DF, em 2019, como uma das propostas de maior relevância para a promoção da diversidade no ambiente escolar.

 

Para Ravi, a obra traz um grande conhecimento interdisciplinar, mas também transcende o científico, com mensagem que promove respeito à diversidade. “Este é um tema muito necessário e um ótimo material para os professores usarem em sala de aula”, pontuou o diretor, cujo objetivo é de aproximar indígenas e não indígenas, exaltando o que é humano e “a beleza que existe nas trocas entre culturas, em busca de um mundo mais sustentável, mais justo e fraterno.”

 

Assessoria de Comunicação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Ascom/Secec)
E-mail: comunicacao@cultura.df.gov.br