Governo do Distrito Federal
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2/01/17 às 12h26 - Atualizado em 13/11/18 às 14h50

Virada Viva reuniu mais de 12 mil pessoas no Museu e na Prainha

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Evento contou com shows de mais de dez artistas

Mais de 12 mil pessoas acompanharam a celebração do Réveillon Virada Viva, realizado simultaneamente na Praça do Museu Nacional e na Prainha dos Orixás. Considerando o público rotativo nos dois dias de evento, foram cerca de 15 mil pessoas transitando pelas atividades circenses, workshops, feira criativa e apresentações musicais.

A queima de fogos, à meia-noite, iluminou a Esplanada dos Ministérios por 10 minutos. Confira aqui o álbum de fotos.

Na Praça dos Orixás, a Prainha, no Lago Sul, um público de mais de 2 mil pessoas participou da festa, que contou com shows das artistas locais Thabata Lorena, Renata Jambeiro, Grupo Cultural Obará, Fabinho Samba e Máximo Mansur.

As celebrações no Museu Nacional da República começaram pontualmente às 18h45, com a apresentação da banda local de reggae Zaktar. Também subiram ao palco o grupo Móveis Coloniais de Acaju — em emocionante show de despedida —, a cantora Flora Matos, que convidou o irmão e o pai (Renato Matos) ao palco; os sambistas cariocas do Fundo de Quintal; o rapper Criolo, reponsável pela contagem regressiva para recebe 2017; e a funkeira Mc Carol, que encerrou a programação.

A diversidade da programação, com artistas da cidade e de sucesso nacional, foi uma das apostas do governo ao definir a programação. Com isso, foi possível que músicos de diferentes gerações compartilhassem o palco, conforme destacou o secretário de Cultura, Guilherme Reis. “A gente fez uma festa ampla, democrática. Misturamos samba e rap. Foi uma festa para a juventude, para todas as cidades do DF”, resumiu.

Bolsas e mochilas foram revistadas no acesso aos eventos. A Polícia Militar do DF montou barreiras na S1, na altura da Biblioteca Nacional. O esquema de segurança deu tranquilidade à família do aposentado Moisés Lobo da Cunha, de 58 anos. “Está bom porque tem bastante policiamento. Viemos por causa da festa como um todo e da queima de fogos”, explicou. “Gostamos muito”, afirmou a advogada Cynara Christina Correa, de 38 anos.

Essa foi a primeira vez que o casal Leandro Borges, de 30 anos, e Daiane Borges, de 24, passaram a virada do ano na Esplanada. “Ficamos sabendo pela televisão que haveria shows, e aproveitamos para ver os fogos”, contou o eletricista. A atendente considerou adequada a estrutura montada. “Está bem seguro e tem banheiros e posto médico. Gostei muito”, avaliou.

A dispersão do público da Esplanada dos Ministérios para a Rodoviária do Plano Piloto ocorreu de forma tranquila e sem tumultos. Assim que se encerrou a queima de fogos, os ônibus deram início à operação de retorno para casa. Houve quem optasse por assistir aos fogos da plataforma superior do terminal.

Festas dão espaço para artistas locais

As duas festas foram organizadas pelo governo de Brasília custaram R$ 937 mil, valor até 80% mais baixo que o investido em anos anteriores.

Produção cultural do DF em destaque

Paralelamente aos shows, também ocorreu a Feira Criativa, no Museu Nacional, com exposição de objetos de design, obras de arte, artesanato, roupas e literatura independente produzidos no território.

O espaço cultural também abrigou oficina de malabares, de skate e de DJ na sexta-feira (30) e no sábado (31). A iniciativa é uma parceria da Secretaria Adjunta de Turismo, da pasta do Esporte, Turismo e Lazer, com a de Cultura.