Governo do Distrito Federal
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24/08/15 às 18h46 - Atualizado em 13/11/18 às 14h49

Teatro para mães e bebês na Colmeia

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Uma oficina de teatro para mães e bebês – essa será a atividade da quarta edição do Projeto Asas, realizado na Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF), e que acontecerá nesta terça-feira, dia 25, a partir das 13h. A oficina “Brincando com o invisível” envolve as mães e seus bebês, que, na PFDF, só podem permanecer juntos por seis meses. A atividade compõe a programação do II Festival Internacional de Teatro para Bebês – Primeiro Olhar.

 

“É um espaço de expressão por via artística, para elas conseguirem dar um ‘respiro’ em meio a essa situação tão delicada”, diz Clarice Cardell, atriz e gerente da companhia de teatro La Casa Incierta, que irá coordenar a oficina.

 

La Casa Incierta é uma companhia de teatro hispano-brasileira, que é referência no Brasil e na Europa na criação de peças para a primeira infância, além de projetos transversais entre a educação e as artes. La Casa Incierta conta com o aval da UNICEF, Rede Nacional Primeira Infância e da ASMI WAIMH (Asociación para la Salud Mental Infantil desde la Gestación, filial espanhola da WAIMH, Asociación Mundial para la Salud Mental Infantil).

 

Sobre o Projeto Asas

O Projeto Asas é uma parceira da Secretaria de Cultura com a Secretaria de Justiça e Cidadania, que realiza atividades culturais mensalmente na PFDF. A primeira edição foi um sarau musicado com a poetisa Marina Mara, as rappers Vera Veronika e Julia Nara, e Michelle Lara na voz e violão. A segunda edição trouxe um cineclube com a exibição do filme inédito Quase Samba, seguido de debate com o diretor Ricardo Targino. A terceira edição apresentou um workshop de dança de salão com o bailarino e professor João Carlos Corrêa.

 

A Subsecretaria de Cidadania e Diversidade Cultural da Secretaria de Cultura, Jaqueline Fernandes, explica que, por meio do projeto, foi possível conhecer os diversos talentos das mulheres internas, que afirmaram se sentir encorajadas a alimentar suas potencialidades. “Estamos muito entusiasmadas com a possibilidade do projeto Asas virar um programa cultural de referência no sistema prisional do Distrito Federal”, afirma.