Governo do Distrito Federal
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11/04/19 às 15h54 - Atualizado em 12/04/19 às 10h28

Secretário e Frente Parlamentar de Promoção de Direitos Culturais reúnem-se para discutir prioridades

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No encontro, Adão Cândido e distrital Leandro Grass (Rede) trataram de LOC, FAC, patrimônio e demandas dos movimentos culturais

 

O secretário de Cultura, Adão Cândido, reuniu-se hoje (11) com o deputado distrital Leandro Grass (Rede), para conversar sobre as prioridades da recém-criada Frente Parlamentar de Promoção dos Direitos Culturais. O colegiado, criado no dia 1º de abril e presidido por Grass na Câmara Legislativa do Distrito Federal, tem o objetivo de debater e executar as leis relacionadas à Cultura.

 

Eles trataram, numa conversa preliminar, dos cinco grupos de trabalho (GTs) da Frente: regulamentação da Lei Orgânica da Cultura (LOC), acompanhamento do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), defesa e valorização do patrimônio cultural, acompanhamento da Lei de Incentivo à Cultura (LIC) e economia criativa.

 

Além dessas questões, abordaram a necessidade de ação conjunta, entre Executivo e Legislativo, na política de manutenção do patrimônio, o aprimoramento das bibliotecas públicas (que serão objeto de audiência pública no dia 16 às 10h na CLDF), a revitalização da Rádio Cultura FM e falaram, por fim, de demandas dos movimentos culturais apresentados à Casa Civil, como a normatização da eleição dos gerentes do Conselho de Cultura.

 

Cândido voltou a frisar a preocupação da pasta com a conservação do patrimônio: “Recebo demandas de construção de novos equipamentos num ambiente em que temos dificuldades de cuidar dos já existentes. Precisamos primeiro recuperar e revitalizar o que é de nossa responsabilidade”.

 

“Foi uma reunião muito produtiva, convidamos a SEC a participar dos nossos GTs, fizemos avaliações conjuntas do patrimônio, do FAC e tivemos respostas a demandas encaminhadas pelos movimentos culturais”, resumiu o deputado, manifestando a intenção de trabalhar para que “o próximo Plano Plurianual contemple projetos na Cultura, não só de financiamento e conservação do patrimônio, mas também na economia criativa”.