Governo do Distrito Federal
Governo do Distrito Federal
1/08/19 às 20h10 - Atualizado em 1/08/19 às 20h10

Secretário de Cultura e Economia Criativa debate sobre novas perspectivas para o audiovisual

COMPARTILHAR

Na tarde de hoje, (1º), o secretário de Cultura e Economia Criativa Adão Cândido e a subsecretária de Economia Criativa, Érica Lewis, receberam a representante da Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo (ABCV), Daniela Marinho. Eles falaram sobre os editais para o audiovisual e perspectivas para o setor em 2020.

 

Na ocasião, Daniela falou do curta-metragem brasileiro que participou do Festival Internacional de Cinema de Durban (África do Sul), “O Mistério da Carne” e apresentou ideias que podem auxiliar a execução, capacitação e participação de filmes brasileiros, curtas e longas metragens no mercado dos festivais internacionais.

 

A representante da associação de cineastas também solicitou um posicionamento do secretário sobre o novo edital que será lançado. “Precisamos defender a indústria dos filmes independentes e o mercado de capacitação para a produção dos filmes, como a formação de maquinistas, por exemplo” pontuou.

 

Adão Cândido explicou que busca desenvolver junto às associações de audiovisual um debate equilibrado, unindo os anseios dos profissionais de cinema, com as demandas do mercado e gestores para a elaboração dos editais do segmento. Para o secretário é importante pensar em uma visão estratégica de futuro para produzir um serviço que atenda a demanda que o público exige.

 

O líder da pasta ponderou que com a chegada de seis grandes plataformas digitais no mercado a partir de 2020, é preciso que o mercado brasileiro se prepare para entrar competitivamente no segmento. “Consigo enxergar uma grande janela de oportunidades com as plataformas de streaming. A ideia da gestão é fazer uma proposta maciça em contar histórias por capítulos e revolucionar o mercado de cinema brasiliense com estas novas produções”, enfatiza.

 

Cândido citou cases de sucesso, como a série Casa de Papel que mudou os olhares das produções cinematográficas na Espanha, acreditando que no Brasil se pode investir com o mesmo olhar e adaptar o audiovisual local para se tornar competitivo com as séries de plataformas mundiais. “Acredito que com essa visão estratégica de futuro, garantiremos o êxito neste novo momento do mercado, pois temos uma ampla massa consumidora e demanda. Podemos virar um grande case das plataformas digitais”, reforça.