Governo do Distrito Federal
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29/02/20 às 19h48 - Atualizado em 29/02/20 às 19h48

Polo Funarte recebe foliões no pós-carnaval

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Dois blocos se apresentaram no espaço neste sábado

 

Consolidando-se entre os principais pontos para a folia em 2020, o Polo Funarte recebeu no sábado (29) duas grandes atrações do pós-carnaval. A segurança, mais uma vez, foi o grande destaque dos eventos que reuniram durante toda a tarde foliões que brincaram ao som de ritmos variados.

 

Com investimentos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), o Divinas Tetas, em seu quinto desfile no carnaval da capital, apresentou um repertório animado, com muito samba.A banda que dá nome ao bloco dividiu o palco com artistas já conhecidas na cidade como as cantoras Letícia Fialho, Cris Pereira, Victória Carballar e a percussionista Larissa Umaytá.

 

Segundo a produtora do evento, Paula Rios, ao trazer outros músicos, o grupo busca ampliar ainda mais o repertório, mostrando a força da cultura do Distrito Federal e mostrando também o respeito à diversidade. “Nosso objetivo é sempre trazer boas energias, o que podemos sentir aqui. Estamos felizes com o espaço e hoje vivemos uma explosão de amor”, comemora.

 

 

O embalo contagiou o público, que não economizou na criatividade ao criar fantasias inusitadas para curtir a folia e nem se intimidou pela chuva que caiu em alguns momentos. Foi o caso dos cientistas políticos Leandro Nunes, Gabriel Ribeiro e Jéssica Silva, que, mesmo ao sentirem os primeiros pingos, não pararam de dançar. É o terceiro ano em que os três amigos acompanham o bloco, e aprovaram o local escolhido. “Aqui é bem espaçoso e seguro, dá vontade de brincar mesmo na chuva”, divertiu-se Gabriel.

 

 

Ressaca do Carnaval

Mal terminou a folia, próximo ao Clube do Choro, o palco montado no estacionamento da Funarte já começava a passar o som para receber a Ressaca do Carnaval, iniciativa da Liga dos Blocos Tradicionais que também contou com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec)  por meio do FAC.

 

De longe, o pequeno Lucas Yan, de 9 anos, olhava tímido o espaço onde se apresentaria mais tarde com a percussão do Asé Dudu, bloco criado em 1987 em Taguatinga. Ele, que há três anos toca caixa de frente, contou que o ritmo de ensaios se intensifica no Carnaval e confessou estar animado para tocar no encerramento da festa.

 

A mãe de Lucas, Laiciane Marques, e o padrasto, Márcio Resende, que moram em Taguatinga, não esconderam a empolgação com o artista-mirim. “Viemos prestigiar a apresentação, ele tem muito potencial”, derreteu-se a mãe.

 

A Ressaca do Carnaval também trouxe para o centro de Brasília as amigas Amanda Nóbrega, Bárbara Antunes e Lauma Cristina, que moram e estudam em Planaltina. Seguidoras do bloco Raparigueiros, elas elogiaram o esquema de segurança em todos os dias da folia. “Evoluiu muito com relação aos últimos anos. É bom saber que vamos sair e nos divertir com tranquilidade”, avaliou Bárbara.