Governo do Distrito Federal
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29/10/18 às 17h05 - Atualizado em 30/10/18 às 17h27

Pira do Panteão da Pátria é reacesa

 

Monumento foi reformado e está com sistema de armazenamento de gás mais moderno e seguro

 

 

A Pira do Panteão da Pátria, localizada na Praça dos Três Poderes, foi reacesa na noite de segunda-feira (22/10). Interditada em agosto de 2016, após constatação de vazamento de gás, o monumento que guarda a “chama eterna da democracia” passou por um processo amplo de modernização de todo o sistema de armazenamento de gás que custou R$ 149,7 mil.

 

A obra, conduzida pela Basic Engenharia, empresa contratada pela Secretaria de Cultura, por meio de processo licitatório, foi orçada em R$ 149,7 mil, teve início no mês de março de 2018 e contemplou melhorias relacionadas à segurança e à revitalização estética do monumento.

 

As intervenções incluíram troca do sistema de armazenamento e da tubulação para transporte do GLP (gás liquefeito de petróleo) – combustível que mantém a chama acesa – por modelos mais seguros e com maior capacidade; modernização do acendedor da chama; além de limpeza completa do revestimento da base, com substituição das pedras quebradas.

 

Como se trata de um patrimônio histórico e cultural da cidade, o projeto da reforma da Pira do Panteão da Pátria foi aprovado pelos órgãos distrital e federal de Preservação, a Secretaria de Estado de Cultura do DF e O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), respectivamente.

 

Essa é a primeira vez, desde a inauguração do Panteão da Pátria em 1986, que a Pira passa por um procedimento completo de reforma. Os reparos vão se traduzir em mais segurança e eficiência ao sistema de acendimento da chama, preservando a estética original do monumento tombado como símbolo da liberdade e da democracia brasileira.