Governo do Distrito Federal
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17/01/12 às 12h48 - Atualizado em 13/11/18 às 14h36

O Menino que Vendia Palavras

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Nos dias 18 e 19, a programação teatral do 1º Festival Internacional de Artes de Brasília segue com “O Menino que Vendia Palavras”, na sala Martins Pena do Teatro Nacional. Os igressos serão retirados no dia do espetáculo às 14h, na bilheteria do Teatro Nacional. Lembrando que no dia 19, quinta-feira, haverá duas sessões uma às 16h e outra às 19h. 

 

O espetáculo é baseado na obra de Ignácio de Loyola Brandão, “O Menino que Vendia Palavras” é destinado a todas as idades com direção de Cristina Moura e Dramaturgia de Pedro Brício. O elenco traz Eduardo Moscovis, Pablo Sanábio, Letícia Colin, Renato Linhares, Luciana Fróes e Raquel Rocha. Trilha sonora de Domenico Lancelotti e Pedro Sá, com participação de Adriana Partimpim.

 

Parietal, Tetragonóptero, Catáfora, Epísio, Nacele, Gorgolão, Hoste, Matroca, Alforje, alguém aí sabe o que isso quer dizer? Está aberta a temporada de caça aos significados. Para encontrá-los basta consultar “O menino que vendia palavras”. Ele pode não ter as respostas, mas seu pai, com certeza sabe. O espetáculo já percorreu cidades como São Paulo e Porto Alegre e foi eleito como um dos melhores infantis de 2011, pelo Jornal Folha de São Paulo.

 

Vencedor do prêmio Jabuti de 2008 como melhor livro de ficção, ‘O menino que vendia palavras’ conta a história de um menino (Pablo Sanábio) que tem muito orgulho de seu pai (Eduardo Moscovis), um homem culto, inteligente, que conhece as palavras como ninguém. Se os amigos do menino querem saber o significado de alguma palavra, é ao pai dele que sempre recorrem. A curiosidade das crianças é tão grande que o menino logo percebe: e começa a negociar o significado das palavras?

 

Para escrever esta história, o jornalista Ignácio de Loyola Brandão se inspirou em sua própria infância, na cidade de Araraquara, interior de São Paulo, nos anos 40. Seu pai, assim como o pai do personagem do livro, era um apaixonado pelas palavras que conseguiu formar uma biblioteca com mais de 500 volumes. Segundo Ignácio conta, foi o pai quem o incentivou a ler desde que foi alfabetizado. E revela outra verdade: sim, ele chegou a trocar com seus colegas de classe palavras por bolinhas de gude e figurinhas.