Governo do Distrito Federal
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4/07/17 às 18h33 - Atualizado em 13/11/18 às 15h07

Museu Vivo celebra 60 anos do hospital HJKO

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Programação terá sexteto da orquestra e exposição neste sábado

No dia 6 de julho de 1957, era inaugurado o primeiro hospital de Brasília, o Hospital Juscelino Kubistchek de Oliveira (HJKO), que teve vital importância para o atendimento aos operários da construção civil. Tombado desde 1985, recebeu reconhecimento e tornou-se referência em Brasília. Para valorizar esse patrimônio e a história dos pioneiros da capital, o Museu Vivo da Memória Candanga (antigo HJKO) celebrará os sessenta anos do hospital com uma série de eventos neste sábado (8), a partir das 9h.

Como forma de homenagear os pioneiros, o sexteto da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro fará uma apresentação junto com um café da manhã, às 9h30. Em seguida, uma homenagem especial será realizada aos candangos escolhidos pela população da Candangolândia, como forma de reconhecer seu papel na história de Brasília, às 10h30.

Além disso, há a abertura da exposição “No Mundo das Tramas de Juaodefibra”, do artista João de Fibra, e o lançamento de um calendário impresso sobre a arte produzida em Brasília, do artista plástico Antônio Delei, às 11h.

Para finalizar, ocorre o lançamento do livro infantil AlaKkala, da escritora Juliet Jone, às 11h30.

Sobre o HJKO

Inaugurado no dia 6 de julho de 1957 e construído em sessenta dias, o hospital estava localizado entre os três principais acampamentos migratórios de pioneiros – Cidade Livre (Núcleo Bandeirante), Lonalândia(Candangolândia) e a Invasão do IAPI (Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários). Ele incialmente prestou serviços aos trabalhadores da construção civil, porém com a inauguração do Hospital Distrital, no Plano Piloto, o HJKO entrou em declínio e foi desativado totalmente em 1974.

Em 13 de novembro de 1985, o conjunto arquitetônico do HJKO foi tombado pelo DEPHA – Departamento do Patrimônio Histórico e Artístico da Secretaria de Estado de Cultura do GDF – e passou a ser denominado de Museu Vivo da Memória Candanga. Hoje, o MVMC é formado por 18 edificações originais do conjunto HJKO. A instituição é compreendida como um espaço de transformação social e de desenvolvimento educacional e cultural da sociedade, com a função de resguardas identidades, estabelecer vínculos com o passado e fazer conhecer o presente. Suas duas vertentes são a do patrimônio histórico-cultural, com resgate do processo histórico e da memória sócio-cultural, e a vertente da cultura em processo, incentivando a troca entre os diversos saberes e o desenvolvimento e aprimoramento do fazer.

Programação

9h30 – Apresentação Sexteto da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro

10h30 – Homenagem aos candangos

11h – Abertura da exposição “No Mundo das Tramas de Juaodefibra” e lançamento do calendário impresso do artista Antônio Delei.

11h30 – Lançamento do livro infantil AlaKkala, da escritora Juliet Jone

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