Governo do Distrito Federal
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Museu Nacional

 

Museu Nacional. Fotos: Júnior Aragão/SECDF

 

 

PROGRAMAÇÃO DE JANEIRO

 

 

 

A Xilogravura Popular: Xilógrafos, Poetas e Cantadores

 

 

A rigidez da madeira é moldada e se torna maleável para acomodar a poesia. Os talhos se transformam em animais, em gente e em cenários imaginários. Assim, nasce o casamento da xilogravura com a literatura de Cordel, que narra a criatividade do imaginário do nordeste brasileiro. Com a intenção de apresentar essa técnica de ilustração, que chegou ao Brasil no século 19, Brasília será a sede da exposição A Xilogravura Popular: Xilógrafos, Poetas e Cantadores, em cartaz no Museu Nacional da República de 27 de novembro de 2018 a 10 de fevereiro de 2019.

A mostra estreia na capital federal e reúne cerca de 300 xilogravuras, além de matrizes de xilogravuras e álbuns de Cordel, que recontam um pouco da trajetória dessa arte popular. A maioria das obras, no entanto, são ilustrações independentes da literatura e surgiram, justamente, quando essa arte passou a despertar o interesse dos intelectuais e artistas modernos e ganharam brilho próprio.

O público terá acesso a peças de acervos pessoais e de museus, assinadas por gravadores, poetas e cordelistas renomados como Ariano Suassuna, Dila, Jota Borges, Samico, Mestre Noza, Palito, entre outros. Elas estarão reunidas pelas diferentes temáticas que representam, como costumes populares; cenas religiosas – milagres e crenças; bichos fantásticos – dragões, leão alado, pavão misterioso –; além de romances e aventuras do cangaço. Trechos das histórias de Cordel também serão apresentados ao público, assim como as narrativas dos cantadores e dos repentistas.

 

SERVIÇO:

 

A Xilogravura Popular: Xilógrafos, Poetas e Cantadores

Data: 27/11/2018 a 10/02/2019.

Local: Museu da República

Horário: terça a domingo, de 9h às 18h30.

Entrada franca

Classificação indicativa livre

Informações: 3325 5220

 

 

 

Exposição: por sobre o tempo/cristal corpo/flutua

 

 

Um projeto que une a capital do Centro do Planalto Central brasileiro ao deserto do Atacama, no Chile, às águas e areias do Jalapão e ao Japão. Esta geografia tão particular e inusitada é a essência da exposição “por sobre o tempo/cristal corpo/flutua”, que será aberta ao público no dia 20 de dezembro, na Galeria 2 do Museu Nacional da República, em Brasília. A mostra, que reúne trabalhos dos artistas Rita de Almeida Castro, Carlos Praude e Yukie Hori, poderá ser vista até o dia 3 de fevereiro. Entrada franca!

A exposição é imersiva, interativa e tecnológica. Integra cinco obras em vídeo, um trabalho de arte computacional e uma instalação multimídia que reúne o cristal – elemento desencadeador de toda a deriva poética – e a ação do observador que, ao se deslocar em torno da pedra, desencadeia uma vivência de luz e cor acionada por meio da identificação das frequências sonoras presentes no ambiente expositivo.

 

SERVIÇO

 

Exposição: “por sobre o tempo/cristal corpo/flutua

Museu Nacional do Conjunto Cultural da República

Abertura: 20 de dezembro às 19h30

Visitação: 21 de dezembro de 2018 a 03 de fevereiro de 2019

Horário de visitação: terça a domingo de 9h às 18h30

Informações: 3325 5220

Entrada Franca

 

O Museu

 

O Museu Nacional é integrante do Conjunto Cultural da República. É um espaço que insere Brasília no circuito internacional das artes e mostra o que há de melhor na arte brasileira. O espaço é utilizado para exposições itinerantes de artistas renomados e temas importantes para a sociedade, palestras, mostra de filmes, seminários e eventos importantes. Dessa forma, contribui para a educação democrática por meio da cultura e ativa o turismo.

Museu Nacional

 

Endereço: Setor Cultural Sul, lote 2, próximo à Rodoviária do Plano Piloto – Zona 0.
Horário de visitação: Terça-feira a domingo, das 9h às 18h30.
Telefones: (61) 3325-5220 e 3325-6410
Fax: (61) 3325-5220
E-mail: museunacional@gmail.com

 

História 

 

O Museu Nacional do Conjunto Cultural da República, obra de Oscar Niemeyer, localizado na Esplanada dos Ministérios, foi construído exclusivamente com recursos do GDF. O Conjunto Cultural da República constituído de vários equipamentos culturais inclui, principalmente, a Biblioteca e o Museu Nacional, idealizados por Lucio Costa e previstos desde o final da década de 1950.

 

Segundo a designação do Relatório do Plano Piloto de Brasília1, elaborado em 1957 por Lucio Costa, o Museu Nacional foi construído para integrar o Setor Cultural Sul da Nova Capital.Concluído em 2006, o Museu Nacional representa uma síntese arquitetônica da alta modernidade que compõe os monumentos da Esplanada. Sua construção teve início em 1999 e sua inauguração deu-se em 15 de dezembro de 2006, com uma exposição sobre a obra de Oscar Niemeyer.

 

O Conjunto Cultural da República ocupa o espaço de 91.000 m², sendo 11.000 m² em área edificada.

 

 

Missão

 

Instituição museal que tem como missão elevar e revelar ao maior número de pessoas possível, a cultura visual contemporânea, com vistas também no seu incentivo, difusão e seu reconhecimento pleno como um bem cultural universal, que deve ser preservado e democratizado.Pautado pela liberdade de expressão, este museu visa ainda, abrigar manifestações culturais diversas, que venham contribuir para a pesquisa e a experimentação das diversas linguagens artísticas e culturais, com vistas no seu fomento, difusão e facilitação ao seu acesso, por meios formativos e informativos ágeis, globais e sócio-educativos.

 

 

Arquitetura

 

Concebido por Oscar Niemeyer, o Museu Nacional tem um formato semi-esférico. A cúpula mede 25 m de raio, a base 32,6 m de raio e ele tem 26,25 m de altura. Sua área total é de 15.000 m². Seu interior é dividido em quatro pavimentos: subsolo, piso térreo, piso superior para exposições e mezanino. No pavimento superior, com acesso independente por meio de duas rampas, está a grande área de exposições com um vão inteiramente livre de 3.203,19 m², exclusivamente destinado a realizações de mostras.

 

Acima deste vão está o mezanino, que é uma plataforma de 719,63m² e a ele estão ligadas as rampas e elevadores provenientes do expositivo, mais a plataforma de carga e a escadaria de serviço. No piso térreo encontra-se uma das entradas principais do prédio que dá acesso ao auditório maior (700 lugares) e a outro menor (85 lugares). Ainda neste espaço encontra-se a Galeria do térreo que recebe exposições de pequeno porte. As manifestações culturais também ocorrem na área externa do Museu, que é circundado por três espelhos d’água.

 

A estrutura do prédio é toda em concreto, e sua cobertura, também é de concreto, o que gera uma estrutura dupla. A face externa da cúpula recebeu impermeabilização contra água e ressecamento, antes da pintura, toda na cor branca. A face interna da calota, visível do expositivo e mezanino, foi recoberta com placas de gesso; a parte inferior foi pintada com tinta à base de água e a parte superior coberta por revestimento acústico. A iluminação ambiente é indireta, feita por reflexão, a partir do piso de um grande lustre central.

 

 

 

Agendamento de Visitas – Grupos escolares

 

O agendamento de visitas escolares deve ser feito no telefone divulgado pela produção do evento, no caso de haver programa educativo próprio, ou no telefone do Museu Nacional. O funcionamento do Museu é de terça a domingo, de 9h às 18h30. Contatos: 3325 5220 e 3325 6410. É orientado aos professores ou guias que, antes de agendar sua visita, procurem:

 

1 – Saber os dias e horários disponíveis e a duração da visita;

2 – Sempre que possível, ir ao Museu para conhecer as exposições, atividades – oficinas, sessão de vídeo – e serviços oferecidos – monitoria, espaço para lanches, sanitários, estacionamento.

3 – Seguir as normas de visitação para a realização de um bom trabalho: não é permitido correr, gritar, fazer refeições ou fumar. Evitar que os alunos portem bolsas, mochilas ou sacolas. Alguns objetos são exibidos fora de vitrines, mas isso não significa que podem ser tocados. Em geral, não é permitido fotografar ou filmar as exposições, a não ser quando há autorização expressa pela produtora responsável.

4 – No dia da visita, procurar chegar com certa antecedência. Se houver imprevistos, avisar aos funcionários do Museu. Antes de sair com a turma verificar se todos estão levando água, lanche e material. Durante o trajeto procurar falar sobre as normas de visitação e alertar os alunos para os cuidados em relação ao acervo.

 

Agendamento de Visitas – Aspecto arquitetônico

 

O Museu Nacional oferece visitas guiadas para contemplação dos aspectos arquitetônicos da obra de Oscar Niemeyer. Os interessados devem agendar a visita por telefone e informar o número de pessoas do grupo.

Contato: 3325-5220 e 3325-6410.

Observação: Quando a visita coincidir com alguma exposição e houver a proibição por parte da produção, solicitamos que não sejam tiradas fotografias nem feitas filmagens durante a visitação.