Governo do Distrito Federal
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12/04/19 às 22h55 - Atualizado em 14/04/19 às 2h30

Mercado Território Criativo ocupa Espaço Cultural Renato Russo neste Final de Semana

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Evento discute experiências entre empreendedores da economia criativa do Distrito Federal

 

Começou nessa sexta-feira (12) no Espaço Cultural Renato Russo a segunda Edição do Mercado Território Criativo que tem como fio condutor a relação intrínseca de Brasília com o design. Na abertura do evento a especialista em economia criativa, doutora em urbanismo e autora do livro Cidades Criativas, Ana Carla Fonseca, falou sobre experiências de sucesso e apresentou reflexões sobre os desafios no campo da economia criativa no DF e em outras cidades.

 

Organizado pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal e pelo Instituto Bem Cultural o evento promove, entre os dias 12 e 14 de abril, um ambiente de integração, geração de negócios e trocas de experiências entre empreendedores da economia da cultura do Distrito Federal. A programação é dedicada à apresentação e experimentação de serviços e produtos criativos, além de propiciar a qualificação de empreendedores locais.

 

Para a Subsecretária de Cidadania e Diversidade Érica Lewis o ambiente de mercado da economia criativa no DF tem crescido e ganhado cada vez mais relevância no cenário local. “As atividades do segmento que compõem a economia criativa representam 3,1 % de participação no PIB do DF, e é um desafio desta gestão ampliar essa participação”, conclui.

 

Ana Fonseca destaca que é preciso repensar o modelo de cidade criativa que se pretende criar, e estamos entre um modelo da exclusão e outro da valorização da economia local.  Para a especialista, um dos desafios nesta lógica é compreender que ao mesmo tempo que nós brasileiros somos uma população muito diversa, estamos adotando tons muito bélicos ao lidar com quem pensa diferente, como se a diversidade que todos defendemos no falar fosse cantar em uníssono e não em harmonia, e isso é importante quando se fala de criatividade.

 

“Quando só conversamos com quem pensa igual não temos ideias diferentes, e só se cria um repertório próprio quando conseguirmos dialogar com pessoas que pensam de forma muitas vezes opostas à nossa, e não aniquilar a voz da pessoa. É a partir desse diálogo que conseguimos inovar, quando falamos de economia criativa, que tem produtos e serviços com valor agregado, é fundamental resgatar o respeito e valorização da diversidade”, conclui.

 

Nesta edição, por conta da recente integração da capital federal à Rede de Cidades Criativas da Unesco, foi adotado como tema orientador “Brasília, Cidade Design”, mobilizando empreendimentos de diversos segmentos da economia criativa e abordando o design como ambiente transversal de geração de valor para produtos e serviços criativos locais.

 

Neste sábado às 15h, a programação do evento segue com a discussão sobre a questão: Como ocupar os espaços urbanos de forma sustentável e criativa? Para pensar nisso, Heloísa Rocha, do Ossobuco, iniciativa que promove palestras com convidados que interessam à comunidade candanga, recebe Luiz Sarmento do Ações Urbanas Comunitárias, Daniela Rueda do Mercado Sul, Natália Magaldi do Coletivo MOB e Max Maciel do Coletivo Ruas e Jovem de Expressão.

 

Ainda no sábado o Painel de Tendências vai receber Fábio Mestriner, designer e coordenador-professor da ESPM, que vai falar sobre as possibilidades atuais para o design gráfico, às 17h no Espaço Cultural Renato Russo.

 

A entrada é livre, e toda a população do DF está convidada a repensar a cidade com a gente! Mais informações: https://www.mercadotc.com.br/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Começou nessa sexta-feira(12) no Espaço Cultural Renato Russo a segunda Edição do Mercado Território Criativo que tem como fio condutor a relação intrínseca de Brasília com o design. Na abertura do evento a especialista em economia criativa, Doutora em Urbanismo e autora do livro Cidades Criativas Ana Carla Fonseca abordou o tema cidades criativas, falando sobre experiências de sucesso e apresentando reflexões sobre os desafios no campo da economia criativa no DF e em outras cidades.

 

Organizado pela Secretaria de Cultura do Distrito Federal e pelo Instituto Bem Cultural o evento promove, entre os dias 12 e 14 de abril, um ambiente de integração, geração de negócios e trocas de experiências entre empreendedores da economia criativa do Distrito Federal. A programação é dedicada à apresentação e experimentação de serviços e produtos criativos, além de propiciar a qualificação de empreendedores locais.

 

Para Ana Fonseca é preciso repensar o modelo de cidade criativa que se pretende criar, e estamos entre um modelo da exclusão e outro da valorização da economia local.  Para a especialista um dos desafios nesta lógica é compreender que ao mesmo tempo que nós brasileiros somos uma população muito diversa estamos tomando tons muito bélicos ao lidar com quem pensa diferente, como se a diversidade que todos defendemos no falar fosse cantar em uníssono e não em harmonia, e isso é importante quando se fala de criatividade.

 

“Quando só conversamos com quem pensa igual não temos idéias diferentes, e só se cria um repertório próprio quando conseguirmos dialogar, com pessoas que pensam de forma muitas vezes opostas a nossa, e não aniquilar a voz da pessoa, portanto a existência da pessoa no nosso mental. É a partir dessa diversidade/criatividade que conseguimos inovar. Quando falamos de economia criativa, que tem produtos e serviços com valor agregado é fundamental resgatar esse respeito e valorização da diversidade”, conclui.

 

Nesta edição, por conta da recente integração da capital federal à Rede de Cidades Criativas da Unesco, foi adotado como tema orientador “Brasília, Cidade Design”, mobilizando empreendimentos de diversos segmentos da economia criativa e abordando o design como ambiente transversal de geração de valor para produtos e serviços criativos locais.

 

Neste sábado às 15h a programação do evento segue com a discussão sobre a questão: Como ocupar os espaços urbanos de forma sustentável e criativa? Para pensar nisso, Heloísa Rocha, do Ossobuco, recebe Luiz Sarmento do Ações Urbanas Comunitárias, Daniela Rueda do Mercado Sul, Natália Magaldi do Coletivo MOB e Max Maciel do Coletivo Ruas e Jovem de Expressão. Ainda neste sábado o Painel de Tendências vai receber Fábio Mestriner, designer e coordenador-professor da ESPM, que vai falar sobre as possibilidades atuais para o design gráfico, às 17h no Espaço Cultural Renato Russo.

 

A entrada é livre, e toda a população do DF está convidada a repensar a cidade com a gente! Mais informações: https://www.mercadotc.com.br/