Governo do Distrito Federal
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3/05/13 às 18h28 - Atualizado em 13/11/18 às 14h38

Grande Concerto Europeu

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Apresentação única terá o solista Frédéric Pelassy (França), com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, sob a regência do austríaco Vladimir Prado

Um jovem e consagrado violinista francês – descoberto ainda criança por Yehudi Menuhin, uma lenda do violino – será solistas do grande concerto que a SEMANA DA EUROPA promoverá no próximo dia 7 de maio, na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional. O talento do violinistaFrédéric Pelassy foi reconhecido por Menuhin, quando o menino tinha apenas 12 anos de idade. Hoje, aos 41 anos, Pelassy tem já 25 discos gravados. Ele tocará sob a regência do maestro austríaco Vladimir Prado, à frente da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro. Entrada franca, mediante a retirada de ingressos na bilheteria do teatro. O concerto é uma organização da EUNIC, a Delegação da União Europeia, e conta com apoio da Secretaria de Cultura do DF.

Confira o programa
Concerto Europeu
Bela Bartok – Danças húngaras
J.Sibelius – concerto para violino e orquestra
Solista – Fréderic Pelassy (violino)
M. de Falla – El amor brujo
A. Dvorak – Sinfonia n°8
Regente – Vladimir Prado

Serviço
Grande Concerto Europeu
Data/horário: 07/05, às 20h
Local: Sala Villa Lobos do Teatro Nacional
Classificação: Livre
Entrada: Franca – mediante a retirada de ingressos antes do início do espetáculo

Frédéric Pelassy
Frédéric Pelassy é um dos artistas franceses mais reconhecidos no exterior, tendo se apresentado em mais de 50 países de todos os continentes. Pelassy começou a estudar em Paris e, aos 12 anos de idade, recebeu o 1º Prêmio, por unanimidade com felicitações, da Banca no Concurso inter-conservatórios da Cidade de Paris. Mais tarde, foi aluno de Sandor Végh, no Mozarteum de Salzburgo, e de Yehudi Menuhin e Alberto Lysy, na International Yehudi Menuhin Music Academy de Gstaad. Nos anos 90, trabalhou com Zakhar Bron, na Espanha, e viajou com frequência para se aperfeiçoar – notadamente a convite do New England Conservatory de Boston, de Mauricio Fuks, em Montreal, de Walter Levin, no Steans Institute for Young Artists de Chicago.

Já tinha sido premiado pela Fundação Menuhin, pelo Festival Musical de Outono dos Jovens Intérpretes, pela Fundação Cziffra, pela SACEM, pela Fundação Philip Morris e pelo Concurso Internacional Tibor Varga quando, em 1989, aos 16 anos, gravou seu primeiro disco. Sua discografia foi se enriquecendo aos poucos com volumes dedicados a compositores que vão de Albinoni a Darius Milhaud, passando por Bach, Haendel, Haydn, Mozart, Schubert, Beethoven, Paganini, Mendelssohn, Brahms, Bruch, Dvorak, Tchaïkovski, Franck, Fauré ou Debussy. Seu último disco é dedicado à redescoberta de um concerto de Théodore Dubois, contemporâneo de Saint-Saëns injustamente esquecido.

Seus parceiros orquestrais incluem formações como o Ensemble Orchestral de Paris, oBruckner Orchester de Linz, a Orquestra Georges Enesco de Bucareste, a Orquestra Sinfônica da Ucrânia, a Orquestra Filarmônica de Radio-France, a Orquestra Filarmônica de Nice, os Solistas de Moscou, a Capella Palatina de Mannheim, o New England Chamber Orchestra de Boston, a Orquestra de Auvergne, a Camerata de Kiev, a Orquestra Josef Suk de Praga, o Jugend-Sinfonie-Orchester de Bonn, a Jovem Orquestra Estatal de Chipre, as Filarmônicas de Tunis, Montevidéu, Assunção, Jacarta, Skopje na Macedônia, Tashkent no Uzbequistão, Olomouc e Ostrava na República Tcheca, Košicena Eslováquia, Medellín na Colômbia, Ashgabat no Turcomenistão, Lvov, Zaporojié, Dniepropetrovsk ou Rovno na Ucrânia, a Orquestra dos Jovens de Toda a Europa, a Camerata Lysy e a Orquestra tcheca Bohemia, com os quais tocou em particular sob a direção de YehudiMenuhin.

Frédéric Pelassy já tocou acompanhado dos pianistas seguintes (entre outros): Christophe Simonet, Eliane Reyes, Emile Naoumoff, Jean Martin, Jean-Bernard Hupmann, Patrick Zygmanowsky, Philippe Giusiano, Tatiana Pavlova, Ulrich Staerk, Wonny Song, Xavier LeRoux, YukariFujino, Yukio Yokoyama, Yury Boukoff, Yves Henry…
Com solista, tocou com o BrucknerOrchester de Linz, a orquestra sinfônica de Ukraine, os solistas de Moscou, o New England ChamberOrchestra de Boston, a Orquesta Filarmónica de Montevideo, a Orquestra Georges Enesco de Bucarest, o Ensemble Orchestral de Paris,JugendSinfonieOrchester de Bonn, Orchestre de Chambre Josef Suk de Prague.

Vladimir Prado

Maestro austríaco, nasceu na Venezuela, estudou na Universidade de Música e Arte Contemporânea de Viena e graduou-se como “Magister Artium” para regente de orquestras e “Magister Artium” regente de coral, e corepetição piano e composição. Também atuou como assistente da dirigente de coro Elizabeth Ziegler, no renomado conjunto “Gumpoldskirchner Spatzen”, assim como no conjunto de mulheres “Cantilena”.

 

Fez seu concerto de conclusão de estudos com a Orquestra Radio Sinfônica (RSO) de Viena no grande salão da associação de música. Foi assistente do diretor do coro do “Arnold Schönberg Chores”, na produção de Wolfgang Amadeus Mozart “Flauta Mágica”, que teve como regente o maestro Cláudio Abbado, no “Teatro Comunale di Modena” e na produção W.A. Mozart “Cosi fan Tutte”, com regência de Daniel Harding no Theater na der Wien. Regente da produção “O Círculo de Giz Caucasiano”, no Schaupielhaus Wien.

Membro ativo como Regente na “Lucerne Festival Academy” com Peter Eötvös e Piere Bouley, onde com grande sucesso foi regente da Orquestra I da obra GRUPPEN para três Orquestras de Karlheinh Stockhausen. Diretor de som e assistente musical na produção de WIEN MODERN da obra GRUPPEN para as três orquestras de Stockhausen.

Trabalhou como regente convidado em diversas orquestras e conjuntos de câmara, como a “Orquestra Sinfónica Simón Bolívar” (Venezuela), “Helsingborg Synfoniorchester” (Suécia), “Orquestra Sinfónica de Venezuela”, “Orquestra Sinfónica Municipal de Caracas”, entre outras. Também atuou como solista, em noites de piano, como também com orquestras e como pianista em diversos conjuntos de câmara. Fundador e dirigente da “Florilegivm Mvsicvm Vienna”, e “I Fiori Vocali” do conjunto capella.

Participante do concurso internacional de dirigentes “Eduardo Mata” (Cidade do México) e do concurso internacional de dirigentes “Gennady Rozhdestvensky” (Sofia). Participante ativo no “Frist International Eric Ericson Master Class on Choral na Orchestral Conductin” onde ele trabalhou com Erich Ericson, Cecilia Tydinger-Alin e Andrew Parrott.

Em 2011 e 2012, recebeu duas vezes as Agulhas de Bronze de Maestro da Associação de Corais da Baixa Áustria e Viena.