Governo do Distrito Federal
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7/12/17 às 17h14 - Atualizado em 13/11/18 às 15h07

Cultura lança sétima edição do Prêmio José Aparecido

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Depois de quatro anos, a Secretaria de Cultura do Distrito Federal moderniza e retoma o Prêmio José Aparecido de Oliveira. O concurso premia agentes culturais e projetos que historicamente contribuem para a proteção do patrimônio cultural material e imaterial do DF. A sétima edição do prêmio será lançada nesta quinta (7), simbolicamente dia em que a capital federal completa 30 anos como Patrimônio Cultural da Humanidade, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

 

A cerimônia, marcada para as 9h30, no Foyer da Sala Villa-Lobos, também será marcada pela reabertura deste espaço do Teatro Nacional Claudio Santoro e pelo ato de sanção da Lei Orgânica da Cultura (LOC), pelo governador, Rodrigo Rollemberg.

 

Conheça a LOC

 

Para o secretário de Cultura, Guilherme Reis, a retomada do prêmio demonstra uma necessidade de reafirmar a importância de ações para valorização do patrimônio cultural do DF. “Brasília é uma cidade do mundo. Começamos um trabalho de recuperação de espaços culturais, mas precisamos partir para uma política que reconheça nossa cidade como este centro de ebulição das artes, da arquitetura e dos valores simbólicos e imateriais da nossa cultura”, diz.

 

O Prêmio José Aparecido de Oliveira terá seu novo edital lançado no início de 2018, agora em alinhamento à nova realidade de procedimentos ainda mais desburocratizados, que são viabilizados com a instituição da Lei Orgânica da Cultura. “A LOC veio para simplificar e consolidar a legislação da cultura do DF e já começamos a ver resultados desta conquista que é nossa e de toda a comunidade cultural”, detalha o secretário.

 

Sobre o VI Prêmio José Aparecido de Oliveira

 

O Prêmio José Aparecido de Oliveira foi instituído em 2007 e teve seis edições. O nome do concurso foi escolhido em homenagem ao ex-governador do Distrito Federal José Aparecido de Oliveira, que ocupou o cargo entre 9 de maio de 1985 e 19 de setembro de 1988. Foi durante a sua gestão, em 1987, que Brasília ganhou o título de Patrimônio Cultural da Humanidade, conferido pela Unesco.

 

No mesmo ano, a área central da cidade foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan). As duas medidas são um marco na história de Brasília e também representam um dos principais legados de José Aparecido. Na sequência de sua trajetória profissional, foi ministro da Cultura entre setembro de 1988 e março de 1990 no governo de José Sarney.