Governo do Distrito Federal
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10/08/16 às 20h23 - Atualizado em 13/11/18 às 14h50

Conselho de Cultura do DF tem novo presidente

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Conselheiro de audiovisual por dois anos, André Leão é empossado

O Conselho de Cultura do DF, um dos mais antigos do país com atividade praticamente ininterrupta, empossou como seu novo presidente o produtor André Leão. Representante da sociedade civil neste órgão de interface com o poder público, Leão é conselheiro representante do segmento do audiovisual há dois anos. “Nossa expectativa é de que possamos continuar colaborando nos contínuos trabalhos de desburocratização do FAC; utilização efetiva de todo o montante de recursos; modernização dos editais do fundo; revisão dos procedimentos de análise e acompanhamento de processos, assim como diversas outras atividades, todas elas com o objetivo de que possamos permitir que o Conselho cumpra melhor o seu papel de discussão das políticas culturais do DF”, diz.

Uma das prioridades do Conselho de Cultura neste momento é de apoio na reflexão, discussão, mobilização e aprovação na da Lei Orgânica da Cultura (LOC-DF) na Câmara Legislativa do DF. Ela irá instituir o Sistema de Arte e Cultura do Distrito Federal, que normatiza a estrutura institucional e física da Secretaria de Cultura, mas também institui o Plano de Cultura do DF os instrumentos de formação cultural e de indicadores culturais. “A LOC é fundamental para nossa efetiva participação no Sistema Nacional de Cultura e para que sejamos efetivos cumpridores do Plano Nacional de Cultura (PNC). E depois, de mais de 5 anos de arrastadas discussões entre todo o segmento cultural brasiliense, não podemos mais postergar a aprovação dessa Lei que será fundamental para a cultura de nossa cidade”.

Sobre o conselheiro

André Leão é formado em Comunicação Social. Especializou-se em Produção Cinematográfica em Cuba, na Escuela Internacional de Cine y TV de San Antonio de los Baños – EICTV, uma das instituições acadêmicas mais importantes do mundo cinematográfico. Com mais de 150 participações em festivais realizados em cerca de 40 países, seus filmes obtiveram mais de 50 prêmios internacionais. Por quatro anos foi coordenador acadêmico do Departamento de Documentários, organizando o projeto docente dos dois anos de curso regular da EICTV na área. Foi vice-presidente da Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo (ABCV) e presidente da Associação Brasileira de Documentaristas e Curtas-metragistas (ABD Nacional). É um dos três representantes do audiovisual brasileiro na composição da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), órgão responsável pela análise e aprovação de milhares de projetos culturais que a cada ano pretendem utilizar a renúncia fiscal para o incentivo cultural via Lei Rouanet e Lei do Audiovisual.