Governo do Distrito Federal
Governo do Distrito Federal
3/04/19 às 17h12 - Atualizado em 3/04/19 às 17h36

Conselho de Cultura do DF elege presidente e vice-presidente para o biênio 2019-2021

COMPARTILHAR

Discussões importantes como a regulamentação da LOC estão entre as prioridades da gestão

 

Wellington Abreu e Sol Montes foram eleitos para presidência e vice-presidência, respectivamente, do Conselho de Cultura do Distrito Federal (CCDF) no biênio 2019-2021. A votação foi realizada nesta quarta-feira (03), durante reunião do colegiado na sede da Secretaria de Cultura do Distrito Federal.

 

Esta foi a primeira reunião do grupo em 2019, que aguardava a nomeação dos quatro representantes do Governo do Distrito Federal para o Conselho, que é composto, ainda, por outros quatro membros da sociedade civil.

 

Entre as prioridades para a gestão está o fortalecimento da comunicação com os agentes culturais por todo o DF. Segundo o presidente eleito do CCDF, Wellington Abreu, o diálogo é fundamental para a construção de políticas públicas efetivas para o setor. Ele também destacou a urgência na regulamentação da Lei Orgânica da Cultura, criada em 2017 e que, segundo ele, precisa de ajustes. “Se conseguirmos fazer isso ao longo dos três anos da gestão deste Conselho, já teremos uma grande vitória para a comunidade cultural”.

 

Ator e representante da sociedade civil, Abreu pontuou que outro desafio é fazer com que as ações cheguem às pontas. “Precisamos fazer com que as pessoas entendam o trabalho duro que a gente enfrenta aqui no CCDF para discutir leis, discutir acontecimentos e dar respostas à sociedade. E hoje vemos que o governo está alinhado com esse pensamento”, concluiu.

 

Abertura

 

O secretário de Cultura, Adão Cândido, recebeu, antes da reunião ordinária, os conselheiros em um café da manhã. Na ocasião, ele apresentou as diretrizes da Secretaria e as pautas consideradas mais urgentes, como o fortalecimento da rede de cultura para dar mais suporte às ações de difusão.

 

Ele também falou sobre a regulamentação da escolha dos gerentes regionais de Cultura, a fim de se estabelecer instrumentos jurídicos mínimos que confiram mais autonomia e força para os representantes das Regiões Administrativas. “Essa é uma contribuição importante para o setor cultural, além de representar um ganho institucional relevante, que fortalecerá o debate das políticas públicas culturais no DF”, defendeu.