Governo do Distrito Federal
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16/04/14 às 16h30 - Atualizado em 13/11/18 às 14h45

Confira como foi a terça-feira na Bienal

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Ariano Suassuna foi a principal atração do dia

O quarto dia da II Bienal Brasil do Livro e da Leitura contou com a homenagem e palestra de um dos grandes nomes da literatura nacional: Ariano Suassuna. Dramaturgo, romancista, poeta, ensaísta, idealizador e principal teórico do Movimento Armorial, Suassuna, lotou o Museu Nacional da República e empolgou o público ao falar sobre sua vida e obra.

Quem passou pelo espaço da Bienal, na Esplanada dos Ministérios, pode conferir ainda exposições, espetáculos, lançamento de livros, contação de estórias e debates.

Na programação, a escritora Lair Franca de Oliveira lançou o seu primeiro livro infantil “O ciclismo realizando sonhos”. A autora conta a história de um menino que sonha em ser ciclista profissional. “A partir desse gancho falo sobre determinação e força de vontade para realizar nossos objetivos”, contou. No espaço café Literário Jorge Ferreira, o jornalista Klester Cavalcanti lançou a obra “Dias de inferno na Síria”, que retrata a guerra civil na Síria.

O escritor argentino Eduardo Sacheri falou sobre o tema “O futebol e as ditaduras Americanas: Argentina”, durante a tarde. O autor expôs a relação entre o regime militar e a copa do mundo vencida pelo país em 1978. “O sonho da Argentina de conseguir o título foi, para os militares, uma estupenda ferramenta política”, afirmou.

O filósofo francês Pierre Lévy – um dos grandes teóricos sobre a internet – debateu com o professor André Lemos e a jornalista Liziane Guazina, os “novos formatos, novos gêneros e novas estéticas na internet”.

Mais tarde, o seminário krisis tratou sobre a “comunicação, cultura e violência na sociedade contemporânea”. A conversa ocorreu entre o jornalista e sociólogo Venício Artur de Lima e Beto Almeida. No encerramento da noite, show do Quinteto Violado Canta Vandré.

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