Governo do Distrito Federal
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4/03/20 às 11h11 - Atualizado em 4/03/20 às 11h11

Complexo Cultural de Planaltina promove oficina para agentes culturais

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Em roda de conversa, o subsecretário de Fomento e Incentivo Cultural esclarece dúvidas da comunidade artística

 

O Complexo Cultural de Planaltina (CCP) recebeu, nesta segunda-feira (02), agentes culturais para uma roda de conversa sobre os instrumentos de fomento cultural disponibilizados pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec). Nomeado de “Bate-papo do Terceiro Setor”, o evento teve como tema a utilização do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) e da Lei de Incentivo à Cultura (LIC).

 

O encontro, iniciativa da Secec em parceria com Organização de Sociedade Civil (OSC) Instituto Lumiart, contou com a presença do subsecretário de Fomento e Incentivo Cultural, João Moro, que esclareceu questionamentos sobre os fundos que apoiam projetos de diversos segmentos artísticos.

 

Na ocasião, o subsecretário explicou detalhadamente como funciona cada linha de incentivo e deu instruções aos agentes culturais sobre os itens exigidos para apresentação de projetos nos editais abertos pela Secec. Temas como requisitos para acesso aos editais, impedimentos, procedimentos de inscrição e documentação necessária na composição dos projetos também foram esclarecidos à comunidade.

 

Moro também ressaltou a importância da inscrição no Cadastro de Entes e Agentes Culturais (Ceac), essencial para o acesso aos programas da secretaria. Assuntos como os critérios de análise dos projetos e contratação de pareceristas foram abordados pelo público durante a reunião.

 

A respeito dos editais, o subsecretário falou sobre todas as etapas do processo, desde a elaboração de projetos e acompanhamento até diligências e resultados. Os editais “Ocupação”, “Áreas Culturais” e o edital permanente Conexão Cultura DF também foram analisados e detalhados para os artistas. O representante da Secec tomou nota ainda das observações do grupo sobre o aprimoramento dos chamamentos públicos.

 

Com o objetivo de democratizar o acesso aos mecanismos de fomento, a ação foi estendida a alguns gerentes de cultura de Regiões Administrativas do DF, visando a multiplicar as informações destacadas na oficina. A ideia é que cada vez mais produtores culturais e artistas conheçam as linhas de fomento disponibilizadas e saibam como acessá-las.

 

Somente em 2019, o FAC investiu mais de R$ 25 milhões em ações. Para João Moro, as ferramentas disponíveis à comunidade cultural funcionam no sentido de impulsionar a cultura local e valorizar os artistas da região. O subsecretário celebrou a iniciativa e colocou a secretaria à disposição da comunidade para qualquer tipo de esclarecimento. “Esses encontros servem justamente para apresentar os mecanismos de fomento e incentivo disponíveis, fazendo com que eles atendam aos projetos que precisam de recursos para se consolidar”, explica.

 

De acordo com a produtora cultural, Neide Nobre, o encontro serviu não só para sanar as dúvidas dos agentes e produtores, mas para aproximar e humanizar o contato da população com o governo. Para Neide, o acesso à informação está desmistificando e simplificando o diálogo com a cultura local. “Precisamos fortalecer a informação e transparência em todas as instâncias para que a cultura no DF tenha força, com ampla movimentação cultural e econômica”, destaca.

 

Para um dos organizadores do bate-papo, o representante do Instituto Lumiart, Tito Santana, os esclarecimentos e a disponibilidade do subsecretário foram de suma importância para esta reunião com agentes culturais. “Momentos como este exploram a democratização da informação e trazem uma experiência de quebra de paradigmas”, comemorou.