Governo do Distrito Federal
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15/04/14 às 15h42 - Atualizado em 13/11/18 às 14h45

Bienal reúne bibliotecas públicas, comunitárias e escolares

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Abertura contou com a presença do secretário de Cultura


As bibliotecas públicas, escolares e comunitárias, além dos agentes de leitura, têm um papel essencial na memória brasileira. Elas permitem que os novos estudantes, que não viveram os anos de chumbo do Brasil, possam conhecer e debater este pedaço na história. A avaliação é do secretário de Cultura, Hamilton Pereira, feita na abertura do Encontro Internacional de Bibliotecas que aconteceu nesta terça-feira (15), na II Bienal Brasil do Livro e da Leitura.

“A Bienal vai movimentar a cidade como está movimentando”, afirmou Hamilton, destacando a importância do evento ser parte integrante das comemorações do aniversário de Brasília, que este ano tem o lema “Brasília, capital de todas as artes”. “Brasília tem uma produção cultural muito forte que precisa ser estimulada”, disse.

O Encontro atraiu pessoas diferentes, mas com algo em comum, o amor pelos livros e pelas artes. A escritora e artista plástica Eva Leite, diretora da Mala do Livro em Varjão, afirmou que o encontro é o que precisa de motivação para continuar com o projeto. “As crianças sempre levam mais crianças. E o projeto ajuda muito também a conquistar os pais”, revelou.

Clara di Lucenna não faz parte da biblioteca, mas se interessou pelo encontro ainda assim. Ela é psicodramaturga, realiza oficina de interpretação de poemas e também apresenta monólogos durante a programação da Bienal no espaço Cecília Meirelles. “Esse momento é muito importante para as artes”, ressalta.