Governo do Distrito Federal
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10/11/15 às 20h35 - Atualizado em 13/11/18 às 14h49

Acessibilidade cultural em questão

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Seminário sensibiliza gestores de cultura para atendimento a portadores de deficiência

Com participação de representantes de diversos órgãos do Governo do Distrito Federal e administrações regionais, a Subsecretaria de Cidadania e Diversidade Cultural da Secretaria de Cultura convocou os gestores culturais da cidade a se envolverem em um esforço em prol do atendimento a portadores de deficiência nos espaços públicos. O Seminário de Acessibilidade Cultural foi realizado no Museu Nacional da República, onde os participantes experimentaram uma vivência para mostrar as dificuldades de uma pessoa com deficiência visual se locomover e as formas como o responsável pelo atendimento ao público pode ajudá-la.

A iniciativa visa chamar atenção para que seja cumprida a legislação que prevê a obrigatoriedade de acesso a todas as pessoas nos espaços públicos. “Ainda falta muito conhecimento por parte da população acerca de acessibilidade. Queremos estar em contato com gestores públicos para que a população veja os resultados dessas ações em sua própria região administrativa”, diz Bárbara Barbosa, gerente de Inclusão e Acessibilidade da Subsecretaria de Diversidade.

Durante o evento, foram apresentados aos gestores culturais metodologias e recursos para o desenvolvimento de projetos e pulverização da acessibilidade. “Levar esse conteúdo para as administrações é importante porque ela tem uma atuação na ponta, em contato direto com a população. Acessibilidade em eventos e em espaços públicos tem deve ser uma exigência”, nota a gestora cultural da Administração do Lago Sul, Denise Carvalho.

Para o coordenador de Promoção de Direitos das Pessoas com Deficiência do DF (Promodef), Paulo Beck, é preciso transformar os ambientes públicos em espaços de acolhimento. “É uma obrigação de todos, mas os gestores têm uma responsabilidade maior. São eles que primeiramente mostram como a sociedade deve se portar diante da diversidade humana”, reforça.