Governo do Distrito Federal
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29/08/13 às 13h53 - Atualizado em 13/11/18 às 14h39

46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro: 17 A 24 de setembro de 2013

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A diversidade caracteriza a 46ª edição do FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO.

Nas mostras competitivas estão filmes de diferentes regiões do País, abordando temas que propõem variadas reflexões sobre a realidade brasileira.

Dentre os realizadores, nomes experientes do cinema nacional ao lado de jovens realizadores que fazem sua estreia na direção. Documentários, ficções, animações que demonstram o vigor da produção cinematográfica no Brasil. E oficinas e seminários que prometem oferecer novas informações, propor discussões e distintas abordagens para a análise do cinema produzido no País.

O 46º FESTIVAL DE BRASÍLIA acontece de 17 a 24 de setembro de 2013 e volta a sua casa de origem, o Cine Brasília, palco de memoráveis episódios.

Na noite de abertura, a ser realizada na terça, dia 17, às 20h30, na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional, exibição do filme Revelando Sebastião Salgado, documentário assinado pela cineasta Betse de Paula.

Antes, apresentação da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, sob regência do maestro Cláudio Cohen e participação do violinista austríaco Benjamin Schmid, como solista no Concerto para Violão e Orquestra do compositor norte-americano Eric Wolfgang Korngold (notável compositor de trilhas sonoras de Hollywood).

Sessão especial, para convidados.

Concorrem aos prêmios no valor total de R$ 700 mil, filmes do Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Ceará, Pernambuco, Espírito Santo, Distrito Federal, Paraná, Goiás e Rio Grande do Sul.

Na mostra competitiva de ficção, com todos os títulos inéditos, disputam realizadores de larga trajetória como Rosemberg Cariry, Noilton Nunes e Paulo Sacramento ao lado de estreantes como Michael Wahermann.

Uma lista que contempla a diversidade em produções que dialogam com a realidade brasileira contemporânea, num total de 30 produções.

“A 46 º edição do Festival de Brasília do cinema Brasileiro produz uma aproximação entre duas tradições: a tradição de um festival habituado a refletir sobre os grandes desafios do audiovisual no Brasil e a tradição marcante desse festival, de trabalhar as inquietações da sociedade brasileira a partir das experiências que a memória e a imaginação produzem e reproduzem de forma permanente por meio dos dramas humanos que exibe”, afirma Hamilton Pereira, Secretário de Cultura do Distrito Federal.

O FESTIVAL

As mostras competitivas do 46º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO serão exibidas em dois horários, no Cine Brasília, e simultaneamente no Teatro SESC Newton Rossi da Ceilândia, Teatro de Sobradinho, Teatro SESC Paulo Autran Taguatinga, Teatro SESC Gama e Teatro do Guará. Às 19h, sessão para curtas e longas documentários.

Às 21h, curtas de ficção e animação e longa de ficção. Ingressos a R$ 12,00 (inteira) e R$ 6,00 (meia). Reprises no dia seguinte, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional, com entrada franca – dias 19, 20, 23 e 24, às 15h (documentários) e às 17h (ficção e animação), e dias 21 e 22, às 14h (documentários) e às 16h (ficção e animação).

SEMINÁRIOS E OFICINAS 

A programação inclui ainda quatro seminários e quatro oficinas, gratuitos, a serem realizados no Kubitschek Plaza Hotel. As atividades reúnem alguns grandes nomes do cinema nacional, como os diretores Lírio Ferreira e Ana Rieper, o músico David Tygel, dentre muitos outros.

A programação das oficinas oferece a Oficina Integrada de Cinema, com cursos de roteiro (com o escritor e roteirista Marcus Aurelius Pimenta), direção (com Jorge Bodanzky), trilha sonora para cinema (com o músico David Tygel) e finalização digital (com o diretor e montador José Rubens Hirsch). Todos unidos para a conclusão de um produto final único.

Os seminários foram organizados pela professora Tânia Montoro (da UnB) e pelo produtor Marcus Ligocki Jr.

Em Olhares Multiculturais: o cinema brasileiro no estrangeiro estarão estudiosos e especialistas para uma análise sobre a relação entre cinema e cultura nos diferentes países, as perspectivas do cinema nacional no exterior, dentre outros temas.

Para Humor e Comicidades – A Cultura do Riso no Cinema Nacional foram convidados nomes como Ian SBF (um dos fundados do Coletivo Porta dos Fundos) para discorrer sobre as várias expressões e possibilidades do humor no cinema brasileiro. O seminário Cinema em Alto e Bom Som trará para Brasília autores de obras que investigam a relação entre cinema e música brasileira, como Marcelo Machado. E Estratégias para o Desenvolvimento das Pequenas Empresas do Audiovisual Brasileiro reunirá pessoas de destaque do audiovisual para falar de suas visões do futuro da produção brasileira e as oportunidades para as pequenas produtoras nos cenários nacional e internacional.

DEBATES 

O FESTIVAL DE BRASÍLIA sempre se caracteriza por acalorados debates dos filmes. Em 2013, não será diferente. Nas manhãs, no Kubitschek Plaza Hotel, as equipes dos títulos que competem às mostras competitivas conversarão com jornalistas, convidados e público em geral. Os encontros começam às 10h30, com o debate com as equipes de realização dos documentários e, às 11h30, com as dos filmes de ficção e animação. A jornalista Maria do Rosário Caetano coordena os debates. A entrada é franca.

FESTIVALZINHO

Também gratuitas são as exibições do FESTIVALZINHO, que acontecem diariamente, às 10h, no Cine Brasília, e em diversos horários em escolas agendadas de Águas Claras, Candangolândia, Ceilândia, Cruzeiro, Guará, Jardim Botânico, Lago Sul, Núcleo Bandeirante, Park Way, Riacho Fundo II, Samambaia, Sobradinho, Sobradinho II e Taguatinga. Nos dias 18, 19, 20 e 23, o programa inclui o filme O rei de uma nota só & A borboleta azul, de Carlos Del Pino (71min08, DF, 2013), adaptação de duas mini-óperas direcionadas ao público infanto-juvenil. A primeira, de temática política, apresenta a história de um Jovem Príncipe que luta contra o hábito de seu pai, o Rei, de promulgar leis absurdas. A segunda, de cunho ecológico, mostra crianças de uma escola que lutam contra a derrubada de um bosque que, segundo a lenda, é o habitat da Borboleta Azul. Classificação indicativa: livre.

No sábado e domingo, dias 21 e 22, exibição de curtas-metragens, em parceria com a Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis: A mula teimosa e o controle remoto, de Hélio Viela Nunes (SP), Cadê meu rango, de George Munari Damiani (SP), A grande viagem, de Caroline Fioratti (SP), O macaco e o rabo, direção coletiva (PE), Regando bigodes, de Thais Vasconcellos e Katia Lund (RJ), Bud’s song time, de Hélder Nóbrega (SP) e O fim do recreio, de Vinícius Mazzon e Nélio Spréa (PR).

O filme O rei de uma nota só e a borboleta azul será exibido somente no Cine Brasília, nos dias 18, 19, 20 e 23, às 10h, com entrada franca. Os curtas serão exibidos no Cine Brasília, dias 21 e 22, às 10h, entrada franca e nos diversos lugares, com escola agendada: de 18 a 23/9, na Candangolândia: Salão Comunitário; Ceilândia: Teatro Sesc Newton Rossi ; Cruzeiro: Centro Cultural Rubem Valentim; Guará: Teatro do Guará/CRE; Gama: Teatro Sesc Gama; Núcleo Bandeirante:Auditório da Igreja Padre Roque; Park Way: Escola de Vargem Bonita e Escola Ipê Coqueiros; Riacho Fundo II: Gerência de Cultura/CRE; Samambaia: CEF 831, Caic Helena Reis, Caic Airton Senna, Biblioteca Pública de Samambaia – Penna Marinho, Centro de Ensino Especial, Imaginário Cultural, Escola Classe 325, Escola Classe 511 e CEF 512; Sobradinho: Teatro de Sobradinho; e Taguatinga: Espaço Cultural Paulo Autran (Sesc Taguatinga).

LANÇAMENTOS

Em 2013, o FESTIVAL ainda fará o lançamento de quatro livros e três DVDs, no sábado, dia 21, a partir das 17h, no Bamboo Bar do Kubitschek Plaza Hotel. Os livros vão de Cinema – apontamentos para uma história, escrito pelo professor e crítico Sérgio Moriconi, a Poéticas da mídia: midiatizações, discursividades, imagens, organizado por Goiamérico Felício Carneiro dos Santos e Tânia Marcia Cezar Hoff, além dos títulos Mídia e imaginário e Comunicação e transcendência, organizados pelo prof. Dr. Gustavo Castro. Dentre os DVDs, lançamento do premiado documentário Barra 68, de Vladimir Carvalho, Cinema de poesia, Anabazys, de Joel Pizzini, e Mundo a Parte, antológica produção do sueco Arne Sucksdorff.

PRÊMIOS

O Júri Oficial e o Júri Popular distribuirão o Troféu Candango e R$ 700 mil em prêmios, com valores que vão de R$ 250 mil para o melhor filme de longa-metragem de ficção a R$ 5 mil para categorias técnicas dos filmes de curta-metragem. O Troféu Câmara Legislativa do DF (dedicado a filmes produzidos no Distrito Federal) também terá premiação oficial e júri popular, distribuindo R$ 200 mil em prêmios aos melhores filmes e 10 categorias técnicas. Além destes, serão conferidos os prêmios Aquisição Canal Brasil (filme de curta-metragem eleito e R$ 15 mil), Exibição TV Brasil (inclusão do filme na programação da emissora e mais R$ 50 mil), Prêmio Abraccine (conferido pela Associação Brasileira de Crítico de Cinema), Prêmio ABCV (pela Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo), Saruê (conferido pela equipe de Cultura do Correio Braziliense), Vagalume (troféu conferido pelo projeto Cinema para Cegos) e Marco Antonio Guimarães (para o filme que melhor utilizar material de pesquisa).

A 46ª edição do FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO tem coordenação geral de Sérgio Fidalgo, coordenador de Audiovisual da Secretaria de Estado de Cultura do GDF. O Patrocínio é da Petrobras, BNDES, Terracap e BRB. Apoio da Lei de Incentivo à Cultura, Inframérica (Aeroporto de Brasília), Câmara Legislativa do Distrito Federal, Canal Brasil, TV Brasil, Revista de Cinema. Realização: Instituto Alvorada Brasil, Secretaria de Cultura, Governo do Distrito Federal e Ministério da Cultura.

Mais informações: www.festbrasilia.com.br

PROGRAMAÇÃO MOSTRAS COMPETITIVAS

QUARTA, 18.9
19h – MOSTRA COMPETITIVA DE CURTA E LONGA DOCUMENTÁRIO:
Luna e Cinara, de Clara Linhart, 14min, RJ, 2012, Livre
Outro Sertão, de Adriana Jacobsen e Soraia Vilela, 73 min, ES, 2013, 10 anos
21h – MOSTRA COMPETITIVA DE LONGA E CURTA FICÇÃO E CURTA ANIMAÇÃO
Deixem Diana em Paz, de Julio Cavali, 10min, PE, 2012, 16 anos
Sylvia, de Artur Ianckiecz, 17min18, PR, 2013, Livre
Os Pobres Diabos, de Rosemberg Cariry, 98min, CE, 2012, 14 anos

QUINTA, 19,9
15h – SALA MARTINS PENA – Reprise dos filmes das Mostras Competitivas de documentário exibidos na noite de quarta-feira, 18.9
17h – SALA MARTINS PENA – Reprise dos filmes das Mostras Competitivas de ficção e animação exibidos na noite de quarta-feira, 18.9
19h – MOSTRA COMPETITIVA DE CURTA E LONGA DOCUMENTÁRIO
O Canto da Lona, de Thiago Brandimarte Mendonça, 25min, SP, 2013, Livre
O mestre e o Divino, de Tiago Campos, 83min, PE, 2013, Livre
21h – MOSTRA COMPETITIVA DE LONGA E CURTA FICÇÃO E CURTA ANIMAÇÃO
RYB, de Deco Filho e Felipe Benévolo, 4min, DF, 2013, Livre
Lição de Esqui, de Leonardo Mouramateus e Samuel Brasileiro, 23min, CE, 2013, 12 anos
Depois da Chuva, de Cláudio Marques e Marília Hughes, 90min, BA, 2013, 14 anos

SEXTA, 20.9
15h – SALA MARTINS PENA – Reprise dos filmes das Mostras Competitivas de documentário exibidos na noite de quinta-feira, 19.9
17h – SALA MARTINS PENA – Reprise dos filmes das Mostras Competitivas de ficção e animação exibidos na noite de quinta-feira, 19.9
19h – MOSTRA COMPETITIVA DE CURTA E LONGA DOCUMENTÁRIO
Carga Viva, de Débora de Oliveira, 18min, MG, 2013, Livre
Hereros Angola, de Sérgio Guerra, 99min, BA, 2013
21h – MOSTRA COMPETITIVA DE LONGA E CURTA FICÇÃO E CURTA ANIMAÇÃO
Faroeste – Um Autêntico Western, de Wesley Rodrigues, 18min25, GO, 2013, Livre
Au Revoir, de Milena Times, 20min, PE, 2013, Livre
Avanti Popolo, de Michael Wahrmann, 72min, SP, 2013, Livre

SÁBADO, 21.9
14h – SALA MARTINS PENA – Reprise dos filmes das Mostras Competitivas de documentário exibidos na noite de sexta-feira, 20.9
16h – SALA MARTINS PENA – Reprise dos filmes das Mostras Competitivas de ficção e animação exibidos na noite de sexta-feira, 20.9
19h – MOSTRA COMPETITIVA DE CURTA E LONGA DOCUMENTÁRIO
O gigante nunca dorme, de Dácia Ibiapina, 15min, DF, 2013, Livre
Morro dos Prazeres, de Maria Augusta Ramos, 90min, RJ, 2013, 12 anos
21h – MOSTRA COMPETITIVA DE LONGA E CURTA FICÇÃO E CURTA ANIMAÇÃO
Engole ou Cospervilha?, de Marão, David Mussel, Pedro Eboli, Fernanda Valverde, Jonas Brandão, Giuliana Danza, Gabriel Bitar e Zé Alexandre, 8min, RJ, 2013, 16 anos
Todos esses dias em que sou estrangeiro, de Eduardo Morotó, 20min, RJ, 2013, 16 anos
Amor, Plástico e Barulho, de Renata Pinheiro, 90min, PE, 2013, 14 anos

DOMINGO, 22.9
14h – SALA MARTINS PENA – Reprise dos filmes das Mostras Competitivas de documentário exibidos na noite de sábado, 21.9
16h – SALA MARTINS PENA – Reprise dos filmes das Mostras Competitivas de ficção e animação exibidos na noite de sábado, 21.9
19h – MOSTRA COMPETITIVA DE CURTA E LONGA DOCUMENTÁRIO
A que deve a honra da ilustre visita este simples marquês?, de Rafael Urban e Terence Keller, 25min, PR, 2013, Livre
Plano B., de Getsemane Silva, codireção de Santiago Dellape; 84min, DF, 2013, Livre
21h – MOSTRA COMPETITIVA DE LONGA E CURTA FICÇÃO E CURTA ANIMAÇÃO
Ed. – de Gabriel Garcia, 13min56, RS, 2013, 12 anos
Fernando que Ganhou um Pássaro do Mar, de Felipe Bragança e Helvécio Marins Jr., 20min, RJ, 2013, 16 anos
Riocorrente, de Paulo Sacramento, 79min, SP, 2013, 14 anos

SEGUNDA, 23.9
15h – SALA MARTINS PENA – Reprise dos filmes das Mostras Competitivas de documentário exibidos na noite do domingo, 22.9
17h – SALA MARTINS PENA – Reprise dos filmes das Mostras Competitivas de ficção e animação exibidos na noite de domingo, 22.9
19h – MOSTRA COMPETITIVA DE CURTA E LONGA DOCUMENTÁRIO
Contos da Maré, de Douglas Soares, 17min35, RJ, 2013, Livre
A Arte do Renascimento – Uma cinebiografia de Sílvio Tendler, de Noilton Nunes, 72min, RJ, 2013, Livre
21h – MOSTRA COMPETITIVA DE LONGA E CURTA FICÇÃO E CURTA ANIMAÇÃO
Quinto Andar, de Marco Nick, 7min40, MG, 2012, 12 anos
Tremor, de Ricardo Alves Jr., 14min, MG, 2013, 14 anos
Exilados do Vulcão, de Paula Gaitán, 125min, RJ/MG, 2013, 16 anos

TERÇA, 24.9
15h – SALA MARTINS PENA – Reprise dos filmes das Mostras Competitivas de documentário exibidos na noite de segunda-feira, 23.9
17h – SALA MARTINS PENA – Reprise dos filmes das Mostras Competitivas de ficção e animação exibidos na noite de segunda-feira, 23.9
20h – CINE BRASÍLIA – CERIMÔNIA DE PREMIAÇÃO – entrega dos prêmios e troféus aos vencedores das mostras competitivas do Festival, num total de R$ 700.000,00 e outros prêmios, como o Troféu Câmara Legislativa, Prêmio Aquisição Canal Brasil e Prêmio da Crítica.

SINOPSES

FILME DE ABERTURA

REVELANDO SEBASTIÃO SALGADO – Documentário, cor, digital, 75min, RJ, 2013
Direção Betse de Paula
Primeiro documentário brasileiro sobre um dos mais importantes e respeitados fotógrafos contemporâneos, reconhecido por seu estilo único. O filme busca entender e revelar o universo e a personalidade de Sebastião Salgado, que saiu de uma pequena cidade no interior de Minas Gerais e ganhou o mundo. O fio condutor é uma entrevista realizada em fevereiro de 2012, em Paris, onde o fotógrafo reside. Durante a conversa, foram abordadas questões como o início de sua carreira como fotógrafo, a importância do fotojornalismo – ele conta histórias de coberturas importantes, como a célebre foto do atentado ao presidente Reagan -, a mudança para Paris, a utilização do preto e branco como suporte preferencial, a escolha dos temas, a transição para o digital e, finalmente, como é ser um dos principais fotógrafos do mundo. No estúdio do artista, foram registradas diversas etapas de seu processo criativo, desde o envolvimento com as pessoas retratadas até a imersão no universo a ser revelado.
Elenco Sebastião Salgado
Produção Executiva Patrícia Chamon
Roteiro Betse de Paula e Juliano Salgado
Fotografia Jacques Cheuiche, abc.
Montagem Dominique Pâris
Som Virgínia Flores
Direção de Arte Flávio Soares
Trilha Sonora Naná Vasconcelos
Produtora BPP Produções Audiovisuais
Betse de Paula – Diretora e roteirista dos longas Vendo ou Alugo (estreia 2013), Celeste & Estrela (2005) e O casamento de Louise (2001); e dos curtas The book is on the table (1999), Leo 1313 (1997), Feliz aniversário Urbana (1996), Por dúvida das vias (1988) e S.O.S. Brunet (1986), pelos quais recebeu diversos prêmios, como o de Comendador da Ordem do Mérito Cultural do Distrito Federal e o título honorífico de Embaixadora de Brasília. Em televisão, escreveu, produziu e dirigiu cinco programas para a série Retratos Brasileiros, no Canal Brasil: Zelito Viana (1999), Mário Carneiro (2005), Helena Solberg (2009), Mariza Leão (2010) e Miguel Faria (2011); oito programas para a série Estação Ciência, exibida na TVE. Dirigiu ainda a novela Amazônia – Parte II, na Rede Manchete, ao lado de Tizuka Yamasaki (1992), o curta de animação As Andanças de Nosso Senhor Sobre a Terra (2005), premiado pelo MinC/TVE no edital Curta Criança, além de cinco programas para a série Imagens da História, exibidos pela TVE em 2008.
Classificação indicativa Livre

FILMES SELECIONADOS

? MOSTRA COMPETITIVA DE FILMES DE LONGA-METRAGEM DE FICÇÃO

AMOR, PLÁSTICO E BARULHO – Ficção, cor, 35mm, 90min, PE, 2013
Direção: Renata Pinheiro
Elenco: Nash Laila, Maeve Jinkings, Samuel Vieira, Leo Pyrata, Rodrigo Garcia, Paulo Michelotto, Dedesso Everton e Gomes Jenifer Caldas
Sinopse: Shelly, uma jovem dançarina de 20 anos, sonha se tornar cantora de Brega – uma cena musical romântica e sensual da periferia brasileira. Ela entra para este pobre show business em busca de fama e algum dinheiro. Inserida em um mundo onde tudo é descartável, como sucesso, amor e relações humanas, Shelly vive a difícil trajetória em busca do seu destino de se tornar famosa. Jaqueline, sua companheira de banda, uma cantora experiente em decadência, é o seu espelho.
Produção executiva Iván Granovisk
Roteiro Renata Pinheiro e Sergio Oliveira
Fotografia Fernando Lockett
Montagem Eva Randolph
Som Manuel de Andrés
Direção de arte e cenografia Dani Vilela
Figurino Joana Gatis
Trilha sonora e música original Dj Dolores e Yuri Queiroga
Produtora Aroma Filmes
Renata Pinheiro – Cineasta de muitas linguagens, iniciou sua carreira em arte contemporânea. Patrocinada pelo British Council, foi artista residente na John Moores University, Inglaterra. Em 2002, estudou no Institut National de l'Audiovisuel, em Paris. SuperBarroco, seu primeiro curta-metragem, estreou mundialmente na Quinzena dos Realizadores, Cannes 2009 e foi vencedor de 40 prêmios, incluindo o melhor curta pela Academia Brasileira de Cinema 2010, Festival de Brasília 2008, melhor ator no Levante Intl Film Festival, Italia 2009. Praça Walt Disney (codireção Sérgio Oliveira) lançado no Festival del Film Locarno 2011, foi premiado com melhor documentário no San Diego Latino Film Festival, USA 2012, Prêmio Especial do Júri no Indie Lisboa, Portugal 2012, entre outros. Estradeiros, seu longa-metragem documentário, codirigido com Sérgio Oliveira, foi vencedor da Semana dos Realizadores, RJ 2011, entre outros prêmios. Amor, Plástico e Barulho é o seu primeiro longa de ficção.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS

AVANTI POPOLO – Ficção, cor, digital, 72min, SP, 2012
Direção Michael Wahrmann
Através do resgate de imagens Super-8 mm captadas pelo seu irmão nos anos 70, André tenta reavivar a memória do seu pai, que há 30 anos espera seu filho desaparecido durante a ditadura militar.
Elenco Carlos Reichenbach, André Gatti, Marcos Bertoni, Eduardo Valente, Paulo Rigazzi, Maria da Penha Guimarães, Julio Martí, Michael Wahrmann e Estopinha.
Produtora: Sara Silveira
Produção executiva Renata Moura e Maria Ionescu
Roteiro e trilha sonora Michael Wahrmann
Fotografia Rodrigo Pastoriza
Montagem Ricardo Alves Jr. e Fellipe Barbosa
Som Fernando Russo (Som Direto), Daniel Turini e Fernando Henna (Desenho de Som)
Direção de arte, cenografia e figurino Ana Paula Cardoso
Produtora Dezenove Som e Imagens, Coprodução: Sancho Filmes
Michael Wahrmann – Diretor, roteirista, editor. Uruguaio-israelense e radicado em São Paulo em 2004, trabalha com Arte e Fotografia desde 2000. Em 2007 graduou-se em Cinema pela FAAP. Em 2009 fundou a Sancho Filmes com a intenção de produzir seus projetos pessoais e outros. Avós, seu primeiro curta, teve sua estreia no 60º Festival Internacional de Cinema de Berlim e recebeu mais de 40 prêmios no Brasil e no exterior. Oma (2011) foi premiado como melhor curta-metragem no Festival Internacional de Cinema de Las Palmas (Espanha). Atualmente é professor de direção na AIC de São Paulo e está desenvolvendo seus novos projetos, Rosa F.C. e Onde Morrem Os Elefantes. Avanti popolo, seu primeiro longa, participou do Festival Internacional de Roma 2012, onde recebeu o Prêmio de Melhor Filme da Mostra Cinema XXI, 43º Festival Internacional de Roterdã (Holanda), no Festival e Edimburgo, Indie Lisboa, FID Marseille, FICUNAM (México)- Prêmio Puma de Plata para Melhor Diretor 31º Festival, Lima Independiente – Melhor Opera Prima e outros.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA LIVRE

DEPOIS DA CHUVA – Ficção, cor, digital, 90min, BA, 2013
Direção Cláudio Marques e Marília Hughes
Salvador, Bahia, 1984. Após vinte anos de ditadura, a população vai às ruas exigir a volta das eleições diretas para presidente da República. Esse será um ano de transformação para o jovem Caio.
Elenco Pedro Maia, Sophia Corral, Aícha Marques, Talis Castro, Paula Carneiro, Matheus Dantas, Zeca de Abreu, Victor Corujeira, Ricardo Pisani e Bertho Filho
Produção executiva Cláudio Marques e Marília Hughes
Roteiro e montagem Cláudio Marques
Fotografia Ivo Lopes Araújo
Som Direto Guile Martins
Desenho de Som Edson Secco
Direção de arte, cenografia e figurino Anita Dominoni
Música original Mateus Dantas, Nancy Viegas, Bandas Crac e Dever de Classe
Produtora Coisa de Cinema
Marília Hughes – Formada em Psicologia pela Universidade Federal da Bahia e mestre em Cultura Contemporânea e Comunicação pela mesma universidade. Sócia da empresa Coisa de Cinema, onde trabalha como diretora, produtora e montadora. Dirigiu diversos curtas-metragens premiados. É ainda produtora geral do Panorama Internacional Coisa de Cinema desde 2007, festival que ocorre anualmente em Salvador.
Cláudio Marques – Editor e crítico do jornal Coisa de Cinema durante oito anos (1995-2003). Responsável pela programação da Sala Walter da Silveira (2007-2009). Idealizador e principal coordenador do Espaço Itaú de Cinema – Glauber Rocha. Fundador e coordenador do Panorama Internacional Coisa de Cinema desde 2003. Diretor, produtor, roteirista e montador de seis premiados curtas.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA 14 ANOS

EXILADOS DO VULCÃO – Ficção, cor, DCP, 125min, RJ, 2013
Direção Paula Gaitán
Sinopse Ela conseguiu salvar do incêndio uma pilha de fotografias e um diário com frases escritas à mão. Estas palavras e rostos são os únicos rastros deixados pelo homem que ela um dia conheceu e amou. Cruzando montanhas e estradas, ela tenta refazer os passos dele. Os lugares que ela visita carregam pessoas, gestos, lembranças e histórias que, pouco a pouco, se tornam parte de sua vida.
ElencoVincenzo Amato, Clara Choveaux, Simone Spoladore, Bel Garcia, Lorena Lobato, Maira Senise, Ava Rocha, Bruno Cezario, Daniel Passi e Romeu Almeida Ferreira.
Produzido por ErykRocha e Ailton Franco Jr.
Diretor de produção Vitor Graize
Assistente de direção DanielLentini
RoteiroRodrigo de Oliveira e Paula Gaitán, livremente baseado no romance “Sobre a Neblina” de Christiane Tassis
Fotografia IntiBriones
Montagem Paula Gaitáne Fabio Andrade
Desenho de Som Fábio Andrade e Edson Secco
Direção de arte, cenografia e animaçãoDiogo Hayashi
Figurino Maira Senise
Trilha sonora: Fabio Andrade, Ava Rocha, Objeto Amarelo/Carlos Issa, Muzzi Loffredo
Música original Fabio Andrade, Objeto Amarelo/Carlos Issa
ProdutoraFranco Filmes, AruacFilmes e Mutuca Filmes
Paula Gaitán – Cineasta, artista visual, fotógrafa, poeta e professora de cinema. Paula começou a trabalhar com cinema em 1978, como Diretora de Arte no longa A Idade da Terra, de Glauber Rocha. Sua carreira autoral inclui dezenas de documentários, trabalhos em vídeo arte e instalações em diversas exibições coletivas. Entre seus filmes mais importantes estão Uaka (1989/90); Lygiapape(1991); Diário de Sintra (2007); Monsanto (2008), Vida –Maria Gladys (2009) e Agreste (2010), todos premiados em diversos festivais nacionais e internacionais e estiveram em cartaz no circuito nacional. Exilados do Vulcãoé seu primeiro longa de ficção.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA 16 ANOS

OS POBRES DIABOS – Ficção, cor, digital, 98min, CE, 2013
Direção Rosemberg Cariry
O Gran Circo Teatro Americano perambula por pequenas cidades dos sertões até chegar a Aracati, onde monta uma peça teatral. No cotidiano do circo, acontecem aventuras em que os personagens agem ao modo picaresco dos anti-heróis da literatura de cordel e do romanceiro popular. As dificuldades se acumulam, mas a arte ajuda a superar as mais diversas desventuras e tragédias. O espetáculo não pode parar.
Elenco Chico Diaz, Sílvia Buarque, Everaldo Pontes, Gero Camilo, Zezita Matos, Sâmia Bittencourt, Nanego Lira, Georgina de Castro, Reginaldo Batista Ferro, Letícia Sousa Perna e Sávio Ygor Ramos.
Produção executiva Bárbara Cariry
Direção de produção Teta Maia
Roteiro Rosemberg Cariry
Fotografia Petrus Cariry
Montagem Rosemberg Cariry e Petrus Cariry
Som Yures Viana e Erico Paiva (Sapão)
Direção de arte, cenografia e figurino Sérgio Silveira
Trilha sonora original Hérlon Robson
Participação musical especial Son da Madeira (México)
Produtora Cariri Produções Artísticas Ltda
Rosemberg Cariry – Filósofo de formação, cineasta por vocação, Antônio Rosemberg de Moura, de nome artístico Rosemberg Cariry, nasceu em Farias Brito, Ceará, em 1953. Realizou doze filmes de longa-metragem, entre eles Corisco e Dadá e O caldeirão da santa cruz do deserto. É também escritor, poeta e pesquisador das culturas populares, tendo vários livros publicados. Sua filmografia inclui Os pobres diabos (2013), Folia de Reis (2013), Cego Aderaldo – o cantador e o mito (2012), O Nordeste de Ariano Suassuna – Ceará (2012), Siri-Ará (2008), Patativa do Assaré, Ave Poesia (2007), Cine Tapuia (2006), Lua Cambará – Nas escadarias do Palácio (2002), Juazeiro – A nova Jerusalém (1999), Corisco e Dadá (1996), A saga do guerreiro Alumioso (1993) e O caldeirão do Santa Cruz do deserto (1986).
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA 14 ANOS

RIOCORRENTE – Ficção, cor, digital, 79min, SP, 2013
Direção Paulo Sacramento
Marcelo é jornalista. Carlos é um ex-ladrão de automóveis. Renata é uma mulher dividida entre dois relacionamentos tão diversos quanto os seus desejos. Exu é o porvir.
Elenco Lee Taylor, Simone Iliescu, Roberto Audio e Vinícius dos Anjos
Produção executiva Clarissa Knoll, Pablo Torrecillas e Paulo Sacramento
Roteiro Paulo Sacramento
Fotografia Aloysio Raulino
Montagem Idê Lacreta e Paulo Sacramento
Som Thiago Bittencourt, Ricardo Reis e Armando Torres Jr
Direção de arte e cenografia Akira Goto
Figurino Melina Schleder
Animação Lobo/Vetor Zero
Trilha sonora e música original Paulo Beto
Produtora Olhos de Cão Produções Cinematográficas
Paulo Sacramento – Formado em Comunicação Social com habilitação em Cinema pela ECA/USP. Dirigiu, produziu e montou os curtas Ave (1992) e Juvenília (1994), o documentário de longa-metragem O prisioneiro da grade de ferro (autos-retratos) (2003) e o longa-metragem de ficção Riocorrente (2013). Produziu e montou ainda os filmes Amarelo manga, A concepção e Encarnação do demônio. Montou ainda Tônica dominante, Cronicamente inviável, Quanto vale ou é por quilo?, Querô, Chega de saudade, É proibido fumar e Meu país, além do documentário O aborto dos outros. Foi presidente da ABD-SP, lecionou Montagem Cinematográfica na ECA/USP e atualmente integra o conselho consultor da Cinemateca Brasileira.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA 14 ANOS

? MOSTRA COMPETITIVA DE FILMES DE LONGA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

A ARTE DO RENASCIMENTO – UMA CINEBIOGRAFIA DE SILVIO TENDLER – Documentário, cor, digital, 72min, RJ, 2013
Direção: Noilton Nunes
Em 2010, Silvio Tendler, um dos mais importantes documentaristas da atualidade, sofreu uma grave doença que o deixou tetraplégico. Após delicada operação na medula, ele foi pacientemente recuperando suas forças, sua vontade viver e de criar. O filme o acompanha desde seus primeiros passos com o aparelho “andador”, pelo calçadão de Copacabana, e vai seguindo-o na sua cadeira motorizada, documentando o que conta sobre sua vida e obra. Silvio, um cineasta que cresceu espremido entre os Deuses do Cinema Novo e os diabos da ditadura militar, oferece-nos seu belo exemplo de perseverança e de ser humano que sabe o quanto vale a existência, lembrando-nos o significado de utopia.
Elenco Silvio Tendler, Sergio Santeiro e Sergio Péo
Produção executiva Pedro Sol, Regina Abreu e Luís Alencar
Roteiro e trilha sonora Noilton Nunes
Fotografia Vladimir Seixas, Noilton Nunes, Vitor Foguel e Silvania Azevedo
Montagem Luciana Lima e Silvania Azevedo
Som Silvania Azevedo
Direção de arte, cenografia e figurino Fabiana Fersasi
Animação Bruno Chaudiere
Produtora Imagine Filmes
Noilton Nunes – É diretor, roteirista, diretor de fotografia, montador e produtor. Foi presidente da Associação Brasileira de Documentaristas e professor de cinema. Criador dos projetos Que Filme é Esse, O Cineasta do Mês, Caravanas Euclidianas e das novelas interativas Tela Nossa e O Amor por Princípio. Produziu os longas Ladrões de Cinema (1977), de Fernando Campos, e Na Boca do Mundo (1979), de Antônio Pitanga. Realizou ainda os premiados Leucemia – O Filme da Anistia (1978), O Rei da Vela (1983), codireção com José Celso Martinez e merecedor de três Kikitos no Festival de Gramado, Caderneta de Campo (1983), Daime Santa Maria (1982), A Batalha da Ancinav (2005) e Em Busca da Terra Sem Veneno (2011), e Por um mundo mais humano(2011); sobre a Jornada Internacional de Cinema da Bahia Memórias de Pedra, Cal e Humanidades (2013). Atualmente prepara Sigilo Eterno, coprodução cinematográfica brasileiro-portuguesa.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA LIVRE

HEREROS ANGOLA – Documentário, cor, digital, 99min, BA, 2013
Direção Sergio Guerra
Sinopse Hereros Angola é um documentário sobre o grupo étnico do mesmo nome. Habitantes das terras do sudoeste de Angola, África, provenientes dos povos bantos, os hereros são donos de uma tradição ancestral passada oralmente de pai para filho. O filme mostra o conhecimento vivo desses povos em constante movimento: do nascimento à morte, atravessando os mais importantes aspectos da ancestralidade que mantém essa cultura milenar e ganha novos sentidos através da câmera cinematográfica.
Produção executiva Sergio Guerra e João Guerra
Roteiro Marcelo Luna
Fotografia Hamilton Oliveira
Montagem Mariana Valença e Marcelo Luna
Som Napoleão Cunha
Direção de arte e animação Renato Barreto
Trilha sonora e música original Bira Marques
Produtora Maianga Filmes
Sergio Guerra
Fotógrafo, publicitário e produtor cultural. Nascido em Recife, iniciou sua carreira no Rio de Janeiro nas áreas de cinema e fotografia. Em São Paulo, começou a sua trajetória na publicidade até se estabelecer em Salvador nos anos 80, cidade onde funda, em 1991, a Link Comunicação e Propaganda. Em 1997, muda-se para Angola para desenvolver um programa de comunicação para o país. Em 2000, funda em Salvador a Maianga Produções Culturais, empresa que atua em diversos segmentos do mercado cultural, produzindo espetáculos, livros, discos e filmes. Em 2003. A produtora aporta também na capital de Angola, consolidando um intercâmbio cultural entre os dois países. Presidente da M’Link de Angola, em suas constantes viagens pelo país africano foi um dos poucos fotógrafos estrangeiros a registrar as províncias ainda em tempos de guerra. Autor de um acervo de mais de 120 mil fotos pelo mundo afora, já publicou sete livros retratando o povo e as belezas da Angola, além de exposições fotográficas no Brasil, África e Europa. Em 2008 começou a registrar a cultura e os costumes dos povos hereros, trabalho que resultou em livro fotográfico, exposições e documentário. Nessa região, fundou também duas escolas, iniciativa que contribuiu para a expansão dos laços culturais e afetivos com os hereros.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA 16 ANOS

MORRO DOS PRAZERES – Documentário, cor, digital, 90min, RJ, 2013
Direção Maria Augusta Ramos
Sinopse Crônica documental sobre o dia a dia de uma comunidade do Rio de Janeiro um ano depois da instalação de uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). Durante quatro meses, entre abril e julho de 2012, a cineasta e sua equipe acompanharam o cotidiano da favela que dá nome ao filme, em Santa Teresa, observando o processo de pacificação a partir do ponto de vista de seus protagonistas: de um lado, os moradores da comunidade, que experimentam uma nova rotina a partir da expulsão do tráfico de drogas, e de outro, os policiais, que representam a presença da lei em um espaço até então marcado por sua ausência. Depois de anos de uma história marcada pelo abandono público e agressão policial, Morro dos Prazeres testemunha os esforços para o estabelecimento de um diálogo entre sociedade civil e Estado e a tentativa de construção de uma nova noção de cidadania. Ao lado de Justiça (2004) e Juízo (2007), longas anteriores de Maria Augusta Ramos, o filme forma uma trilogia em torno dos sentidos de lei para os cidadãos e para os sujeitos encarregados de fazê-la valer. Como Justiça e Juízo, Morro dos Prazeres lança um olhar agudo sobre o modo de viver e de pensar de seus personagens, tangenciando algumas questões centrais da sociedade brasileira, como a noção de justiça e cidadania, as questões de gênero, as fronteiras entre vida pública e privada, além das distorções geradas pelo abismo social.
Produção executiva Sylvia Baan, Maria Augusta Ramos, Eduardo Ades e Daniela Santos
Roteiro Maria Augusta Ramos
Fotografia Guy Gonçalves e Leo Bittencourt
Montagem Karen Akerman
Som Felippe Mussel
Produtora Nofoco Filmes Produções Cinematográficas Ltda.
Maria Augusta Ramos – Diretora de cinema premiada internacionalmente. Nascida em Brasília, estudou música na UnB e cinema na Academia Holandesa de Cinema e TV em Amsterdã. Seu filme Desi (2000) recebeu o Prêmio de Público no Festival Internacional de Documentário de Amsterdã e o Bezerro de Ouro, prêmio mais importante do cinema holandês. Justiça (2004) obteve nove prêmios internacionais, como o Grand Prix no Festival Int. de Cinema Visions du Réel, na Suiça, Grand Prize de melhor filme no Festival Int. de Documentários de Taiwan, Prêmio de melhor filme no Festival Int. de Cinema de Bordeaux, França e no Play-Doc – Festival Int. de Doc.de Tui, Espanha. Juízo (2007), exibido na Competição Cineastas do Presente do Festival de Locarno, recebeu o prêmio da FIPRESCI de melhor filme no Festival Int. de Documentário de Leipzig, na Alemanha, o prêmio de melhor filme no One World Int. Documentary Festival em Praga e também no Watch Docs Int. Film Festival na Polônia.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOS

O MESTRE E O DIVINO – Documentário, cor, digital, 83min, PE, 2013
Direção Tiago Campos
Sinopse Dois cineastas retratam a vida na aldeia e na missão de Sangradouro, Mato Grosso: Adalbert Heide, um excêntrico missionário alemão, que, logo após o contato com os índios, em 1957, começa a filmar com sua câmera Super-8, e Divino Tserewahu, jovem cineasta Xavante, que produz filmes para a televisão e festivais de cinema desde os anos 90. Entre cumplicidade, competição, ironia e emoção, eles dão vida a seus registros históricos, revelando bastidores bem peculiares da catequização indígena no Brasil.
Elenco Adalbert Heide e Divino Tserewahu.
Produção executiva Vincent Carelli
Fotografia Ernesto de Carvalho
Montagem Amandine Goisbault
Som Nicolas Hallet
Música original Johann Brehmer
Produtora Vídeo nas Aldeias
Tiago Campos – Natural de Belo Horizonte, cursou antropologia na UnB, onde começou a atuar como documentarista. Em Brasília trabalhou como palhaço e músico na Cia. Mambembrincantes, realizando alguns projetos de documentários experimentais. Em 2005 radicou-se em Olinda-PE, onde fotografou o inacabado curta de ficção O homem que matava sem motivos e começou a trabalhar como professor e técnico no Vídeo nas Aldeias, produtora e escola de cinema para povos indígenas. Em 2008 correalizou com um de seus alunos, Divino Tserewahú, o filme Mulheres Xavante sem nome, menção honrosa no ForumDoc (Festival internacional do filme etnográfico – BH), exibido no Documenta Madrid e no 15th Native American Film Festival (Smithsonian Institute – NY). Como professor, trabalhou em oficinas que resultaram em filmes, como Bicicletas de Nhanderú, merecedor do grande prêmio no FICA – Festival Internacional do Cinema Ambiental e do Cachoeira Doc-BA. Como assistente de montagem, técnico colorista e finalizador, trabalhou, entre outros filmes, no premiado Corumbiara, de Vincent Carelli, ganhador de cinco Kikitos de ouro no Festival de Gramado de 2009, incluindo o de melhor filme.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA LIVRE

OUTRO SERTÃO – Documentário, cor, digital, 73min, ES, 2013
Direção Adriana Jacobsen e Soraia Vilela
Documentário sobre a estadia de João Guimarães Rosa na Alemanha nazista. O filme resgata a experiência do então vice-cônsul em Hamburgo entre 1938 e 1942. Através de imagens de arquivo da época, documentos, testemunhos de pessoas que o conheceram e uma entrevista inédita com o próprio escritor, o documentário revela novos aspectos de sua biografia. Dividido em capítulos – a chegada, o amigo, o diário, o escritor, o diplomata, o alarme e a partida – o documentário rastreia os quatro anos vividos por Guimarães Rosa em Hamburgo. Imagens, em grande parte feitos por amadores alheios à estética oficial da propaganda nazista, esboçam o cenário no qual ele viveu. Trechos de cartas, contos e anotações em off revelam suas impressões pessoais. Documentos inéditos (alemães e brasileiros) e testemunhos de judeus que fugiram para o Brasil por Hamburgo, bem como de amigos e críticos, recriam a experiência de Guimarães Rosa na Alemanha nazista.
Produção executiva Beatriz Lindenberg
Roteiro Adriana Jacobsen e Soraia Vilela
Fotografia Jacob Solitrenick, Yoliswa Gärtig, Thomas Keller, Roberto Reis, Adrian Cooper, Fernando Coster e Adriana Jacobsen
Montagem Isabela Monteiro de Castro
Som Toninho Muricy, José Louzeiro, Viola Scheuerer, Frederik Schulz, Andreas Haas, Roberto Reis, Tide Borges e Lia Camargo
Trilha sonora O Grivo
Produtora Instituto Marlin Azul
Adriana Jacobsen – É realizadora audiovisual, licenciada em Letras pela UFES, graduada e mestre em Ciência da Comunicação pela Universidade Livre de Berlim. Vive no Brasil e na Alemanha.
Soraia Vilela – É jornalista e tradutora, graduada em Comunicação Social pela PUC-MG e em Estudos Culturais pela Universidade Humboldt de Berlim, com mestrado em Cinema pela mesma universidade. Vive em Belo Horizonte.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA 10 ANOS

PLANO B – Documentário, cor, digital, 84min, DF, 2013
Direção: Getsemane Silva
Codireção: Santiago Dellape
Em 1967, um filme do Cinema Novo revela os subúrbios pobres de Brasília e termina proibido pelos próprios patrocinadores. Depois de uma projeção surpresa, Joaquim Pedro de Andrade decide esconder a cópia. Passados 45 anos, outra equipe de cinema procura as pistas da produção, da censura e do desaparecimento do filme para entender por que a vanguarda modernista não chegou aos subúrbios e descobrir o que realmente aconteceu com o filme proibido e a cidade interrompida.
Elenco Jean Claude Berdarnet, Affonso Beato, Joel Barcellos, Edla Van Steen e Iole Freitas
Produção executiva Alisson Machado
Roteiro Getsemane Silva e Santiago Dellape
Fotografia André Carvalheira
Montagem Sergio Azevedo
Som Mauricio Fontelles e Hudson Vasconcelos
Direção de arte Marcia Roth e Marcia Bandeira
Animação Márica Roth
Trilha sonora e música original Chico Correia
Produtora Olho de Gato Filmes
Getsemane Silva
Produtor e diretor de documentários e programas de TV. Já produziu mais de 30 títulos. Também é pesquisador do documentário contemporâneo e promove as oficinas Miradocs de argumento e narrativa no Distrito Federal e em Pernambuco. Foi bolsista de desenvolvimento de argumento para documentários do DocLab, em Toronto. Em 2005, recebeu o prêmio Wladimir Herzog na categoria documentário. Em 2011, seu projeto Plano B foi um dos selecionados para receber o apoio do IberDoc.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE

? MOSTRA COMPETITIVA DE FILMES DE CURTA-METRAGEM DE FICÇÃO

AU REVOIR – Ficção, cor, digital, 20min, PE, 2013
Direção Milena Times
Um corredor estreito separa e une a vida de duas vizinhas.
Elenco Rita Carelli, Gigi Bandler, Nicole Cordery, François Tardieux e Maíra de Maupeou
Produção executiva Lellye Lima
Roteiro Milena Times
Fotografia Pedro Sotero
Montagem Daniel Bandeira
Som Nicolas Hallet e Simone Dourado
Direção de arte e cenografia Thales Junqueira
Figurino Joana Gatis
Produtora Milena Times
Milena Times – Natural de Recife, é formada em jornalismo. Após intercâmbio na cidade de Sevilla, onde cursou audiovisual, começou a trabalhar com cinema. Foi produtora do documentário Pacific, de Marcelo Pedroso, e assistente de direção dos filmes Mens Sana in Corpore Sano, de Juliano Dornelles, O som ao redor, de Kleber Mendonça Filho, e Tatuagem, de Hilton Lacerda. Au revoir é sua estreia na direção.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA LIVRE

FERNANDO QUE GANHOU UM PÁSSARO DO MAR – Ficção, cor, digital, 20min, RJ, 2013
Direção Felipe Bragança e Helvécio Marins Jr.
Fernando divide seu tempo entre um pequeno café e a sua casa em uma vila operária na cidade do Porto. Um dia, recebe um presente do Brasil e começa a imaginar o paraíso.
Elenco Fernando Bigodes, Maria Thereza Mello, Ash Ashaninka, Nicolas Bartolo e Nuno Rodrigues.
Produção executiva Nuno Rodriguez, Helvécio Marins Jr. e Felipe Bragança
Roteiro Felipe Bragança, com a colaboração de Thiago Britto
Fotografia André Cepeda e Guilherme Tostes
Montagem Virginia Primo e Marina Meliande
Edição de som, mixagem e trilha sonora: Gustavo Fioravante e O Grivo
Som direto: Vasco Pucarinho e Thiago Britto
Direção de arte e cenografia Filipe Pontes
Figurino Filipe Pontes e Ash Ashaninka
Produtoras Duas Mariola Filmes, Curtas Metragens CRL, Atelier Rio
Felipe Bragança – Cineasta formado pela Universidade Federal Fluminense. Entre 2003 e 2006, dirigiu três curtas apresentados em festivais nacionais e internacionais, como o Oberhausen Film Festival. Foi diretor-assistente e roteirista de O Céu de Suely, de Karim Ainouz, roteirista de No Meu Lugar, de Eduardo Valente, da série HBO Latin America Alice e de Girimunho. Entre 2009 e 2011, dirigiu, ao lado de Marina Meliande, a Trilogia Coração no Fogo, que inclui os longas A Fuga da Mulher Gorila (Locarno) e A Alegria (Cannes) e o média-metragem coletivo Desassossego (Rotterdam). Em 2012, foi artista residente na CalArts, ganhou retrospectiva no Jeu de Paume (Paris) e lançou o web-video Zahy. Em 2013, apresentou o filme-piloto da sua série transmídia para TV /web Claun no Festival de Rotterdam e foi convidado para a residência artística do DAAD (Berlin) para desenvolver seus dois futuros longas.
Helvécio Marins Jr – É pós-graduado em cinema pela PUC-MG. Seus filmes receberam mais de 50 prêmios nos mais importantes festivais internacionais e brasileiros, como Veneza, Havana, Nantes, Barcelona, Mar Del Plata e Brasília. Foram selecionados e exibidos nos principais eventos de cinema do mundo, como Toronto, Locarno, Veneza, San Sebastian, Roterdã, IDFA, Centre Georges Pompidou e MoMA NY. Em 2012, a Lume lançou nacionalmente a sua coletânea de curtas em DVD. Girimunho, seu primeiro longa, teve sua estreia mundial no 68º Festival de Veneza, onde recebeu o prêmio Interfilm. Em julho de 2012, o festival internacional de Vila do Conde exibiu uma retrospectiva de sua obra. Atualmente, trabalha no seu segundo longa A mulher do homem que come raio laser, premiado pelo Hubert Bals Fund.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 ANOS

LIÇÃO DE ESQUI – Ficção, cor, digital, 23min, CE, 2013
Direção Leonardo Mouramateus e Samuel Brasileiro
Neve é água. Água é água.
Elenco Sandio Marçal, Carlos Victor, Leonardo Mouramateus e Bruna Estrela
Produção executiva Maurício Macedo
Roteiro Leonardo Mouramateus
Fotografia Ivo Lopes Araújo
Montagem Leonardo Mouramateus e Samuel Brasileiro
Som Pedro Diógenes
Direção de arte e figurino Dayse Barreto e Thaís de Campos
Produtora Praia à Noite
Leonardo Mouramateus – Nasceu em 1991, em Fortaleza. É realizador audiovisual e pesquisador de dramaturgia em dança. Dirigiu os curtas Fui à Guerra e não te Chamei (2010), Europa (2011) e Charizard (2012), exibidos e premiados em mostras e festivais como o FBCU, MFL, Festival Internacional de Curtas de BH, Curta Cinema, Janela Internacional de Cinema de Recife, Mostra de Tiradentes, Festival dei Popoli (Florença), Rencontres de Toulouse, Documentarist (Istambul) e Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira (Portugal). Charizard ganhou o prêmio de melhor filme na IV Semana dos Realizadores e Mauro em Caiena foi considerado o melhor curta na 35ª edição do Cinema du Reel, em Paris. É coorganizador da Mostra Percursos do Curso de Cinema e Audiovisual da UFC.
Samuel Brasileiro – É estudante de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará (UFC). Dirigiu, escreveu e montou os curtas Próxima Parada (2010), Ladyjane (2011), Hoje eu acordei com o cheiro do teu perfume (2012), Romance de minha vida (2012). Desenvolve o projeto virtual de vídeos-diários Os Brasileiros Assistem à Televisão Depois do Jantar, selecionado para a oitava edição do Talent Campus Buenos Aires.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOS

SYLVIA – Ficção, cor, digital, 17min18, PR, 2013
Direção Artur Ianckievicz
Sylvia é uma jovem negra que trabalha como camelô. Passa a maior parte de seu tempo livre em uma academia de boxe, onde conhece Nathalia, que vem a se tornar sua amiga. A relação das duas sofre um abalo quando circunstâncias acabam por colocar as garotas de lados opostos da lei.
Elenco Juliana do Espirito Santo, Daniele Dias, Karén Debértolis e Paulo Castro
Produção executiva Bruno Gehring
Roteiro e montagem Artur Ianckievicz
Fotografia Guilherme Gerais
Som Bruno Bergamo
Direção de arte e cenografia Felipe Augusto Almeida de Oliveira
Figurino Nélio Pinheiro
Animação Vinícius Leite
Trilha sonora Barry White/Lee Mason
Produtora Produtora do Leste
Artur Ianckievicz – Cineasta e jornalista londrinense. Diretor e roteirista do curta-metragem Sylvia. Assistente de direção nos curtas Satori Uso(2005), Booker Pittman (2007), Haruo Ohara (2009), Galeria (2010) e Celeste(2011). Assistente de direção, produção e montagem do programa Retratos Brasileiros – Andrea Tonacci (2011). Com Rodrigo Grota, escreveu o roteiro para o curta Booker Pittman.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE

TODOS ESSES DIAS EM QUE SOU ESTRANGEIRO – Ficção, p/b, 35mm, 20min, RJ, 2013
Direção Eduardo Morotó
Antônio está fora de seu lugar.
Elenco Pedro Gracindo, Miguel Arraes, Pedro Azevedo, Mariana Nunes, Javier Vasques, Aline Vargas e Clarice Lissovsky
Produção executiva e roteiro Eduardo Morotó
Fotografia Marcelo Martins Santiago
Montagem Eduardo Morotó e Marcelo Martins Santiago
Som Evandro Lima
Direção de arte Junior Paixão
Trilha sonora e música original Pedro Gracindo
Produtora : Paraúna e Cavídeo Produções
Eduardo Morotó – Em 2006 foi selecionado para a 2º edição do projeto Revelando os Brasis, do MinC, onde realizou o vídeo Agreste Adentro. No ano seguinte entrou na Universidade de Cinema e com o seu filme de finalização de curso Mar Exílio ganhou o Prêmio Revelação 2010 no 21º Festival Internacional de Curtas de São Paulo, onde obteve recursos para rodar Quando Morremos à Noite, um dos curtas mais premiados de 2011. Ainda em 2010, participou da oficina de roteiros da 10º edição do projeto Sal Grosso, iniciativa do Festival Brasileiro de Cinema Universitário, onde teve o seu roteiro Eu Nunca Deveria Ter Voltado escolhido para ser produzido. Rodado em 2011, o filme ganhou os troféus de Melhor Direção, Ator e Trilha Sonora no 45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 ANOS

TREMOR – Ficção, cor, 35mm, 14min, MG, 2013
Direção Ricardo Alves Jr.
Um dia na vida de um homem. Ele procura por sua mulher. Ele busca respostas. Busca por vida.
Elenco Elon Rabin, Alexander de Moraes, Claudio Marcio Lima, Silvana Stein e Lira Ribas
Produção executiva Morgana Rissinger
Roteiro Ricardo Alves Jr. e Diego Hoefel
Fotografia Matheus Rocha
Montagem Frederico Benevides
Som Pablo Lamar
Direção de arte, cenografia e figurino Luana Demange
Produtora Entre Filmes Produções Ltda
Ricardo Alves Jr.
De Belo Horizonte, é formado em Cinematográfica pela Universidade Del Cine. Seus trabalhos estão na fronteira entre o cinema e artes plásticas, tendo sido exibidos nos importantes museus Centre Pompidou (Paris) e no Reina Sofia (Madri). Permanências, seu último filme, teve estreia internacional na Semana da Critica de Cannes 2011. Seu primeiro curta, Material Bruto, foi premiado em festivais nacionais e internacionais, além de ser exibido no Videio Zone International VídeoArtBiennial, em Israel. Convite para Jantar com o Camarada Stalin?, seu segundo filme, ganhou melhor curta, direção e fotografia no 40° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, participando ainda de importantes festivais internacionais. No teatro, trabalhou como assistente de direção de Luiz Carlos Garrocho em Fabulário e Esquina dos Aflitos. Discurso do Coração Infartado é sua primeira direção para o teatro.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS

? MOSTRA COMPETITIVA DE FILMES DE CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

A QUE DEVE A HONRA DA ILUSTRE VISITA ESTE SIMPLES MARQUÊS? – Documentário, cor, digital, 25min, PR, 2013
Direção Rafael Urban e Terence Keller
Max Conradt Jr. guarda a memória de um mundo em sua casa, recebendo cada visitante com a mesma indagação: “A que deve a honra de tão ilustre visita este simples marquês?”.
Elenco Max Conradt Jr.
Produção executiva Ana Paula Málaga, Rafael Urban e Terence Keller
Roteiro Rafael Urban e Terence Keller
Fotografia Elisandro Dalcin
Montagem Larissa Figueiredo
Som João Menna Barreto
Produtora Tu i Tam Filmes
Rafael Urban – Cineasta, roteirista e produtor. Formado em jornalismo, tem pós-graduação em História da Arte Moderna e Contemporânea na Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP). Dirigiu diversos curtas, destacando-se Ovos de Dinossauro na Sala de Estar (2011), exibido em mais de cem festivais, o qual recebeu vinte prêmios, entre eles melhor filme da competição internacional do 66º Festival Internacional de Cinema de Edimburgo. Foi jurado e curador no Festival de Cinema de Brasília e no Festival Internacional de Cinema da Bienal de Curitiba.
Terence Keller – Roteirista e diretor. É graduado em Direito e pós-graduado em Cinema pela Faculdade de Artes do Paraná. Seu documentário Levo de Alcântara recebeu o prêmio Mauro Bezerra no 32º Festival Guarnicê, no Maranhão, e o segundo lugar no PUTZ 2005, que também o premiou como melhor filme na categoria Trash por João, o juntador. Em 2009 recebeu o prêmio de melhor filme, pelo júri oficial, no Festival de Super 8 de Campinas, com Piá de Prédio. Entre outros trabalhos em audiovisual, dirigiu os curtas Balada da Cruz Machado (2009) e Noturno (2011).
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE

CARGA VIVA – Documentário, cor, digital, 18min, MG, 2013
Direção Débora de Oliveira
Uma família, o tempo, o ofício. O tempo do ofício.
Produção executiva e montagem Ralph Antunes
Fotografia Lucas Barbi
Som Pedro Aspahan
Produtora Débora de Oliveira
Débora de Oliveira – Graduada em Comunicação Social Integrada pela PUC/MG e pós-graduada em Processos Criativos em Palavra e Imagem. Um dos seus principais trabalhos é o curta-metragem Entre Portas e Escadas (2011).
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE

CONTOS DA MARÉ – Documentário, cor, 35mm, 17min35, RJ, 2013
Direção Douglas Soares
Lendas urbanas, memórias de uma família e do local onde moram. Uma história de lobos, cobras e porcos para uma complexa Maré.
Produção executiva Ana Alice de Morais
Roteiro Douglas Soares e Allan Ribeiro
Fotografia Bia Marques
Montagem Karen Akerman e Douglas Soares
Som Thiago Yamachita (som direto), Fabio Baldo (edição de som) e Damião Lopes (mixagem)
Produtora 3 Moinhos Produções
Douglas Soares – Formado em Cinema pela Escola Darcy Ribeiro, graduando em História da Arte na Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Foi assistente dos diretores Nelson Pereira dos Santos, Allan Ribeiro e Luelane Corrêa. É diretor do curta Minha Tia, meu Primo, premiado documentário exibido em 20 festivais no Brasil. É codiretor do curta A dama do Peixoto (2011). Como roteirista, trabalhou em Depois das nove, O clube e Desorganizadores de Fichários. É também produtor e diretor-assistente do longa Esse Amor Que nos Consome, de Allan Ribeiro, premiado em diversos festivais brasileiros no ano de 2012, incluindo Melhor Direção de Arte e Melhor Montagem no 45º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE

LUNA E CINARA – Documentário, cor, digital, 14min, RJ, 2012
Direção Clara Linhart
Luna e Cinara vão ao cinema.
Elenco Luna Galano Mochcovitch e Cinara Magalhães Neves
Produção executiva, fotografia e som Clara Linhart
Roteiro Luna Galano Mochcovitch e Cinara Magalhães Neves
Montagem Fellipe G. Barbosa
Produtora Gamarosa Filmes
Clara Linhart – Formou-se em Ciências Sociais em 2001, pela PUC-RIO. Desde então vem atuando no mercado do audiovisual brasileiro como diretora e assistente de direção. Participou de curtas, documentários e 14 longas. Destacam-se Tropa de Elite, de José Padilha, Diário de Sintra, de Paula Gaitán, Baixio das Bestas, de Claudio Assis, O Som ao Redor, de Kleber Mendonça Filho e A Floresta de Jonathas, de Sergio de Andrade. Em 2007, codirigiu o documentário O mundo de um filme. Em 2010, dirigiu e produziu o curta Os Sapos. No ano passado, como conclusão do MBA de Cinema Documentário da FGV, realizou o curta Luna e Cinara, selecionado para festivais do Brasil e do exterior, Menção Honrosa no Panorama Coisa de Cinema da Bahia (2012). Em 2012, Clara lecionou a disciplina de assistência de direção na Escola de Cinema Darcy Ribeiro no Rio.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE

O CANTO DA LONA – Documentário, p/b, digital, 25min, SP, 2013
Direção Thiago Brandimarte Mendonça
“Então nós chamamos o circo o nosso mundo, é o nosso mundinho. Pra fora da cerca é o mundo que é o mundo. Pra dentro da cerca é o nosso mundo.”
Elenco Sonia Gray, Hudi Rocha, Lerida Coutinho, Walter de Almeida, Camila Urbano, Bel Borges e Carlos Francisco
Produção executiva Renata Jardim
Roteiro e montagem Thiago Brandimarte Mendonça
Fotografia André Moncaio
Som e música original Samuel Gambini
Direção de arte e cenografia Leonardo França
Figurino Sonia Gray e Lerida Coutinho
Trilha sonora Samuel Gambini, Maurício Paz, Hudi Rocha, Lérida Coutinho e Sonia Gray
Produtora Memória Viva
Thiago Brandimarte Mendonça – Diretor, roteirista e dramaturgo. Estreou no cinema em 2008 com Minami em Close-up – a Boca em revista, prêmio de melhor direção no festival de Brasília. Em 2009 dirigiu o documentário para TV Santa Efigênia e seus pecados e codirigiu, com Adirley Queirós, o filme Fora de Campo (docTV). Foi roteirista de Dias de Greve e A cidade é uma só. Atua como crítico de cinema e música. É integrante do coletivo Zagaia, fundador do bloco de carnaval Cordão da Mentira e editor da revista Zagaia. Em 2010, estreou como dramaturgo junto ao grupo Folias. É diretor da Cia do Terror de Teatro e Cinema. Em 2012 dirigiu o documentário O Salto de Adhemar para a série Memória do Esporte Olímpico da ESPN e os premiados curtas A Guerra dos Gibis (melhor filme, direção de arte e música no Festival de Brasília de 2012) e Piov e, il film di Pio.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE

O GIGANTE NUNCA DORME – Documentário, cor, digital, 15min, DF, 2013
Direção Dácia Ibiapina
O filme reconhece a importância das manifestações atuais (2013) e faz um download na memória política do DF para lembrar as jornadas de luta do Movimento Passe Livre (MPL/DF) por melhorias na mobilidade urbana e no transporte público do DF.
Produção executiva Dácia Ibiapina e Camila Lima
Roteiro Dácia Ibiapina
Fotografia Leonardo Feliciano
Montagem Ivan Costa e Dácia Ibiapina
Som Francisco Craesmeyer
Produtora Dácia Ibiapina
Dácia Ibiapina – Professora de Audiovisual da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília. É pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UnB vinculada à linha de pesquisa Políticas de Comunicação e de Cultura. Como cineasta produziu e dirigiu os curtas documentários: Palestina do Norte: o Araguaia passa por aqui (1998), O chiclete e a rosa (2001), Vladimir Carvalho: conterrâneo velho de guerra (2005), CinemaEngenho (2007) e o longa Entorno da Beleza (2012).
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA LIVRE

? MOSTRA COMPETITIVA DE FILMES DE CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO

DEIXEM DIANA EM PAZ – Animação, p/b, 35mm, 10min, PE, 2013
Direção Julio Cavani
No auge de sua carreira profissional e acadêmica, Diana não tem tempo para descansar por causa do trabalho e dos estudos. Quando completa 30 anos de idade, resolve largar tudo para se dedicar apenas ao mar e ao sono. Dormir e nadar se tornam o seu caminho para a libertação e a realização pessoal. Esse seu reencontro com a natureza é levado ao extremo até chegar a uma situação-limite. O filme conta essa história a partir dos traços do artista Cavani Rosas.
Elenco narração: Irandhir Santos e Joana Gattis
Produção executiva Deborah Mendes
Roteiro Júlio Cavani
Som Fábrica estúdios
Animação Eduardo Padrão e Marcos Buccini
Trilha sonora e música original Carlos Galindo e Cláudio Guedes
Produtora Lunática Filmes
Júlio Cavani – Trabalha desde 2002 como crítico de Cinema e repórter do Diário de Pernambuco. Finalista do prêmio Imprensa Embratel 2007. Integrante e Fundador do Cineclube Barra Vento (2001 e 2002), Comissão de seleção do Festival Internacional de Humor e quadrinhos de Pernambuco (2003 e 2004). Editor da revista em quadrinhos Argonauta (2008). Prêmio no salão de Artes Plásticas de Pernambuco em 2008, na categoria ensaio teórico.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 ANOS

ED. – Animação, cor, digital, 13min56, RS, 2013
Direção Gabriel Garcia
Sinopse Conheça a extraordinária vida de Ed: cinquenta anos de uma trajetória inesquecível. Muitos amores, aventuras e histórias marcantes. O que ninguém imagina é por que Ed quer acabar com tudo isso.
Produção executiva e animação hype.cg
Roteiro Gabriel Garcia e Leo Garcia
Fotografia Bruno Polidoro
Montagem Gabriel Garcia
Som, trilha sonora e música original Gogó Conteúdo Sonoro
Direção de arte Ralph Damiani
Produtora hype.cg
Gabriel Garcia
Graduado em Arquitetura e Urbanismo em 2006 pela UFRGS, fundou ainda estudante a hype.cg. Em 2010, a empresa começou a se especializar em animações gráficas, produzindo vídeos institucionais e atuando ainda no mercado publicitário. Escreveu com seu irmão Leo Garcia o roteiro do curta de animação Ed, um dos vinte selecionados no Edital do Ministério da Cultura de 2010. O curta recebeu prêmio de Melhor Animação Nacional pelo Júri Popular Fantaspoa.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOS

ENGOLE OU COSPERVILHA? – Animação, cor, digital, 8min, RJ, 2013
Direção Marão, David Mussel, Pedro Eboli, Fernanda Valverde, Jonas Brandão, Giuliana Danza, Gabriel Bitar e Zé Alexandre
Vibradores, excrementos e jeans apertados. EngoleUmAviãoMonomotor, EngoleCancroMole. O derradeiro, o conclusivo, o último Engolervilha.
Elenco vozes: Jonas Brandão, Victor Canela, Marão, Vanessa Remonti e Juliana Dorneles.
Produção executiva Marão
Roteiro, direção de arte e animação Marão, David Mussel, Pedro Eboli, Fernanda Valverde, Jonas Brandão, Giuliana Danza, Gabriel Bitar e Zé Alexandre
Fotografia Giuliana Danza
Montagem Jonas Brandão
Som Eduardo Barbosa, Felipe Junqueira, Régis Baba, Samuel Ferrari, Simon Brethé e Pedro Eboli
Cenografia David Mussel, Fábio Danza e Pedro Eboli
Figurino Waldette Danza
Trilha sonora Daniel Marão, Francisco Daud e Tabac
Música original Daniel Marão
Produtora Marão Filmes
Marão – Formado na Escola de Belas Artes da UFRJ, é diretor de animação, tendo realizado dez curtas, entre eles Eu queria ser um monstro, Engolervilha e O anão que virou gigante.
David Mussel – Bacharel em artes visuais pela UFMG, com habilitação em cinema de animação. Elabora os animatics dos episódios da série animada do Sítio do Picapau Amarelo.
Pedro Eboli – Diretor, animador e designer carioca. Trabalha em curtas, comerciais, séries e videoclipes no Birdo Studio, SP.
Fernanda Valverde – Bacharel em Desenho Industrial pela UniverCidade Rio, é animadora e ilustradora.
Jonas Brandão – Formado em Imagem e Som, pela UFSCar, onde via muitas corujas. Não por causa delas, virou animador há sete anos.
Giuliana Danza – Formada em cinema de animação, pela UFMG, trabalhou como modeladora de bonecos no primeiro longa de stop motion da Rocambole Produções.
Gabriel Bitar – Pós-graduado na USP em Design e Humanidades, atua há 10 anos com animação na área de cinema, publicidade e televisão.
Zé Alexandre – Animador, pós-graduado pela PUC-Rio. Trabalhou alguns anos com animação e rigging para publicidade.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA 16 ANOS

FAROESTE – UM AUTÊNTICO WESTERN – Animação, cor, 35mm, 18min25, GO, 2013
Direção Wesley Rodrigues
Maverick é um urubu que, ao nascer, vê sua família vitimada pela violência. Habituado a isso desde o princípio de sua vida, na idade adulta torna-se líder de uma gangue criminosa, espalhando terror por onde passa.
Elenco Sandro Freitas, Alinne Mendes, Éverson Cândido, Izabelle Eleonora, Wesley Rodrigues e Thiago Moura
Produção executiva Márcia Deretti e Márcio Jr.
Roteiro, direção de arte, cenografia e animação Wesley Rodrigues
Montagem Wesley Rodrigues, Márcia Deretti e Márcio Jr.
Som Mandra Filmes (técnico Thiago Camargo)
Trilha sonora e música original Dênio de Paula
Produtoras MMarte Produções e Armoria Studio
Wesley Rodrigues – Formado em Design Gráfico pela Universidade Federal de Goiás, é também ilustrador e animador. Em Goiânia, produziu ilustrações para o mercado editorial e atuou em vários projetos de animação, dentre estes o curta Marionetes (2006). Dirigiu a animação Pinga com Sakê (2009), vencedora do concurso de mini-metragem da RBS-TV e selecionada para o Anima Mundi 2010. Diretor de animação do curta O Ogro (2011), premiada em mais de 10 festivais nacionais e internacionais. Dirige a animação Viagem na Chuva, selecionada pelo Edital de Curta do Ministério da Cultura de 2012.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE

QUINTO ANDAR – Animação, cor, digital, 7min40, MG, 2012
Direção Marco Nick
O encontro entre a morte e um homem por trás de seus segredos.
Elenco Luiz Fernando Filizzola e Marina Viana
Produção executiva, som, trilha sonora e música original Matheus Antunes
Roteiro Marco Nick, Thiago Taves Sobreiro e Alessandra Veloso
Fotografia, montagem, som e animação Marco Nick
Produtora Leben 108 Produtora de Filmes Ltda
Marco Nick – Formado em designer, atua como diretor de filmes de curta-metragem de animação. Quinto Andar é o seu primeiro trabalho no cinema.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 ANOS

RYB – Animação, cor, digital, 4min, DF, 2013
Direção Deco Filho e Felipe Benévolo
Sinopse Um experimento de laboratório dá errado e o espaço é invadido por clones. Um destemido ser faz de tudo para controlar a situação e não deixar rastros do caos que toma conta do ambiente.
Elenco Alan Gomes de Oliveira, Daniel Guedes Almeida, Frederico Tales Bezerra Matos de Alencar, Henrik D'oark Rezende Costa, Jefferson Braga Maia de Abreu, Larissa Lopez Medeiros de Souza, Layane Ketury Alves de Oliveira, Rosa Luciano de Oliveira, Luís Eduardo Campos da Silva, Murilo Rocha Seabra, Ysrael Machado Correa e Thais Xavier Cury Tanigaki
Produção executiva Mauricio Fonteles
Roteiro, fotografia e direção de arte Deco Filho
Montagem Diego Campos
Som Diogo Venelli
Animação Felipe Benévolo
Trilha sonora Arthur de Castro
Música original RYB Caos
Produtora OZI Escola de Audiovisual
Deco Filho – Designer formado em Criação e Produção Gráfica Digital pela Universidade Paulista. Atua como animador 3D e é responsável pelo gerenciamento dos projetos de animação da OZI Escola de Audiovisual. RYB é o seu filme de estreia. Já foi coordenador de produção de vários projetos, como o longa-metragem Morte e Vida Severina em Desenho Animado.
Felipe Benévolo – Formando em Publicidade e Propaganda pela Universidade de Brasília, atua como animador 3D desde 2008, participando da produção de séries e curtas. Foi diretor de Animação e assistente de direção do longa Morte e Vida Severina em Desenho Animado, sendo RYB seu filme estreia como diretor.
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE